17 de julho/20: Fechamento e principais destaques do dia



IFIX apresentou nesta sexta-feira (17), uma desvalorização de 0,07%, fechando o dia aos 2.741,64 pontos. No acumulado deste mês de julho e ano de 2020, a variação do índice é de -2,32% e -14,49%, respectivamente.

fiis

Mercado de FIIs: Principais destaques e notícias do dia

CVBI11 (Papel/CRI) apresentou uma liquidez média diária de R$ 1,7 milhões - Destaques de junho

  • Ao final do mês de junho, 90% do patrimônio líquido do fundo estava alocado em CRI com uma rentabilidade média ponderada de 10,4% ao ano.
  • 2% estava alocado em cotas de FIIs que têm como política investir preponderantemente em CRI. As cotas de FIIs foram adquiridas no mercado com desconto em relação ao seu respectivo patrimônio líquido.
  • Os rendimentos referentes ao mês de junho foram de R$ 0,63 por cota com pagamento no dia 15 de julho. Em relação a cota inicial de R$ 100,00, esta distribuição representa um dividend yield no mês de 0,6% e de 7,6% anualizado.
  • O valor de mercado da cota fechou em R$ 89,89, enquanto o valor patrimonial era de R$ 99,79.
  • O CVBI11 apresentou uma liquidez média diária de R$ 1,7 milhões. O volume negociado atingiu o montante de R$ 36,1 milhões, o que corresponde a 11,4% do valor de mercado em 30 de junho.

 

VLOL11 (Tijolo/Escritórios) Locatário vai devolver imóvel

O Gestor, RB Capital, foi notificado sobre a intenção do locatário da unidade 113 do Vila Olímpia Corporate de antecipar o encerramento do contrato para 31 de julho de 2020, sujeito às penalidades contratuais.

Na visão da RB, as propostas apresentadas pela locatária para flexibilização contratual se tornaram inviáveis, assim como a não apresentação de provas de hipossuficiência financeira para justificar tal flexibilização.

Estima-se que, caso nenhum outro locatário ocupe o escritório após a saída do atual inquilino, o fato acima informado represente um decréscimo de aproximadamente R$0,02 por cota nos rendimentos.

 

CPTS11 (Papel/CRI) teve uma performance superior ao IFIX - Destaques de junho

  • No semestre, o fundo teve uma performance da cota de mercado (ajustada por proventos) superior ao IFIX (- 6.36% vs -12.24%).
  • No período, foram distribuídos proventos mensais no valor de R$ 0.65 de janeiro a maio e de 0.67 em junho, o que demonstra estabilidade nos resultados.
  • No 1º semestre/20, também houve o fim do período de adaptação ao novo administrador do fundo, o BTG Pactual.
  • A 6ª emissão de cotas do fundo foi finalizada com êxito, mais do que dobrando o tamanho do fundo.
  • No dia 14/07/20, o fundo divulgou a distribuição de R$ 0.67 por cota, com pagamento em 21/07/20 para os detentores de cotas em 14/07/20. Este dividendo equivale a 357.0% do CDI (descontado imposto de 15%) em relação a cota de mercado.
  • A rentabilidade do fundo em junho foi equivalente a 10.30% versus +5.59% do IFIX.
  • No mês foram negociadas R$ 31.934,072, o que representa uma média diária de R$ 1.520,670.
  • O fundo foi negociado em 100% dos pregões e encerrou o mês de junho com 25.876 cotistas, uma variação de +172.8% contra o mês anterior.
  • O CPTS11 possui 27,5% do PL divididos em 25 FIIs. O percentual de FIIs de CRI é de 59%.

 

BBFI11B (Tijolo/Escritórios) desconhece ato ou fato que justifique as oscilações recentes no valor de suas cotas

A BTG Pactual, administradora do fundo, informou ao mercado que desconhece ato ou fato novo não divulgado que justifique as oscilações recentes no valor de mercado das cotas de emissão do fundo.

A BTG esclareceu que todos os fatos relevantes relativos ao fundo, foram e são divulgadas tempestivamente aos cotistas e ao mercado, em atenção ao disposto na regulamentação aplicável.

 

PATC11 (Tijolo/Escritórios) Cota valorizou 7,4% no mês - Destaques de junho

O Fundo distribuiu R$ 0,26 por cota como rendimento referente a junho/20. O pagamento foi realizado em 08 de julho aos detentores de cotas em 30 de junho/20.

A cota do fundo encerrou o mês de junho com o valor de R$ 92,89, valorizando 7,4% em relação ao fechamento do mês anterior.

O PATC11 assinou contrato para aquisição de outro meio andar no Edifício The One. Após a conclusão da transação, a participação no ativo será de 13,4% e passará a ter 56% de seus recursos aplicados em imóveis ou outros FIIs.

Com 100% de presença nos pregões, durante o mês ocorreram 14.867 negociações no mercado secundário, movimentando um volume de R$ 14,5 milhões. A liquidez média diária foi de aproximadamente R$ 692 mil.

O PATC11 possui 5 imóveis em seu portfólio com 7.913 m2 de ABL, totalizando um investimento de R$ 156 milhões e equivalente a 45% de seus recursos totais. Ainda, R$ 24 milhões investidos em cotas de FIIs de lajes corporativas, representando 7% dos recursos. O restante continuou investido em aplicações financeiras que incluem operações em CRIs, LCIs e títulos públicos de renda fixa.

 

LVBI11 (Tijolo/Galpões) apresentou uma liquidez média diária de R$ 2,4 milhões - Destaques de junho

Foram distribuídos R$ 0,67 por cota, pagos efetivamente no dia 07 de julho. O fundo recebeu a totalidade dos recebíveis de sua carteira de recebíveis imobiliários de competência do mês de maio e não possuía qualquer inadimplência.

Foi concluída a aquisição do imóvel denominado Ativo Pirituba localizado na cidade de São Paulo e possui 12.340 m² área bruta locável. O empreendimento está 100% locado para Alfa Laval Ltda.

Um dos locatários do Ativo Extrema efetivou a devolução de 7.006 m² do Galpão 07 do empreendimento. Em função disso, o LVBI11 vai receber multa por rescisão antecipada equivalente a aproximadamente 3 aluguéis mensais.

Ao final do mês de junho, o fundo possuía uma taxa de vacância física de 9% e taxa de vacância financeira de 1%.

No mercado secundário o fundo apresentou uma liquidez média diária de R$ 2,4 milhões. O volume negociado durante o mês atingiu o montante de R$ 51,2 milhões, o que corresponde a 5,5% do seu valor de mercado.

Ao final do mês de junho, o valor de mercado da cota do fundo era de R$ 123,26 enquanto o valor patrimonial era de R$ 108,38.

 

HGBS11 (Tijolo/Shoppings): O mundo dos shoppings centers

Fundo divulgou um documento apresentando o cenário macroeconômico e o mundo dos shoppings centers no Brasil juntamente com os números do seu patrimônio.

 

RBRD11 (Tijolo/Varejo): Cota valorizou 32,8% + dividendos de 15,26% - Destaques de junho

Levando em consideração a relação de inquilinos e seus respectivos segmentos de atividade, a Gestão do fundo tem considerado algumas flexibilizações para o pagamento dos aluguéis.

Com a rescisão antecipada do contrato de locação junto à União Lojas, já informada nos relatórios anteriores, o fundo recebeu os valores da Fianças Bancárias emitidas pelo Banco Bradesco S/A.

Em relação aos valores recebidos pelas Fianças Bancárias, a gestão entendia que a retenção seria importante para permitir a implementação de avaliações e benfeitorias nos ativos do fundo. No entanto, os cotistas deliberaram pela distribuição dos recursos no fechamento do primeiro semestre/20.

Com isso, o fundo distribuiu R$ 15,41 por cota, o equivalente a um incrível rendimento de 15,26% no mês (cota base R$ 100,99).

No mercado secundário, a cota valorizou 32,8% em junho. A média diária de preços do início do fundo (2010) até jun/20 foi de R$ 75,50 e o volume médio diário foi de R$ 74 mil.

RBRD11 possui 4 empreendimentos de varejo localizados nos estados do Rio de Janeiro (2), Rio Grande do Norte (1) e Minas Gerais (1).

 

MALL11 (Tijolo/Shoppings): 5 shoppings do portfólio do fundo estão abertos - Destaques de Junho

  • Atualmente 5 shoppings do portfólio do fundo estão abertos, em horário reduzido: (i) Shopping Park Lagos (Cabo Frio – RJ); (ii) Suzano Shopping (Suzano – SP); (iii) Shopping Taboão (Taboão da Serra – SP); (iv) Boulevard Shopping Feira de Santana (Feira de Santana – BA) e (v) Shopping Tacaruna (Recife – PE).
  • Os 5 shoppings correspondem a aproximadamente 48% do patrimônio líquido do fundo. O Maceió Shopping permanece fechado, enquanto o Shopping Park Sul teve suas atividades suspensas no dia 29 de junho de 2020.
  • Os shoppings abertos seguem um protocolo robusto de segurança e higiene, de forma a evitar a disseminação da contaminação pelo COVID-19.
  • As administradoras dos shoppings do fundo continuam com suas frentes de atuação no que tange à cobrança de aluguel, gestão de redução das despesas do condomínio dos lojistas, redução de custos fixos, renegociação com fornecedores e a postergação de determinadas obrigações.
  • O objetivo principal é readequar o custo de ocupação do lojista levando-se em conta o impacto abrupto em suas vendas, que, em muitos casos, foram reduzidas a zero, além de proporcionar condições mínimas de operação do shopping.
  • O fundo apresentou negociação diária média acima de R$ 1,7 milhões com presença em 100% dos pregões.
  • A rentabilidade acumulada total das cotas desde o início das atividades do fundo em 18/12/2017 foi de 2,84%. No mês de junho, a valorização foi de 5,58%.

 

ALZR11 (Híbrido) deu início a realização de sua 3ª emissão de cotas - Destaques de junho

Fundo anunciou em 26 de junho o início do processo da 3ª emissão de cotas para a captação de, inicialmente, até R$ 150.000.048,00.

Entre os benefícios que poderão trazer a nova oferta, o fundo destacou a diversificação do seu portfólio, o aumento da liquidez no mercado secundário e incremento nos rendimentos.

Gestor mantém a renúncia de sua parcela de remuneração, até que a alocação dos recursos derivados da 2ª emissão de cotas seja concluída, agora em conjunto com a 3ª emissão.

Quanto à performance do fundo no mês de junho, o resultado apurado permitirá o pagamento de R$ 0,61 por cota (Dividendo 0,49%, cota base R$124,10) para os cotistas da base de 17 de julho/20, e a distribuição deste provento acontecerá no dia 24 de julho/20.

No mercado secundário, o ALZR11 apresentou novo crescimento no volume médio diário de negociação, passando de R$ 1 milhão em maio para R$ 1,5 milhões em junho.

O ALZR11 possui 7 empreendimentos distribuídos entre os segmentos corporativo e galpões, localizados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

 

RBVA11 (Híbrido) esclarece acontecimentos do processo judicial movido por seu locatário Banco Santander Brasil

  • Sobre os 28 processos judiciais ajuizados pelo Banco Santander (Brasil) S.A. em face do fundo, a Rio Bravo informou que está tomando todas as medidas judiciais cabíveis para defender os interesses dos cotistas e do Fundo, bem como assegurar a segurança jurídica de todo o mercado imobiliário.
  • O RBVA11 conseguiu reverter a decisão de um dos processos cujas liminares haviam sido inicialmente aceitas pelos juízes e aguarda a manifestação de mais um processo.
  • Dos 28 processos judiciais, 25 já tiveram as liminares rejeitadas, sendo que apenas 01 liminar foi deferida, 01 ainda não foi apreciada e 01 não tem informação disponível.
  • Já foi solicitado acesso aos processos que estão sob segredo de justiça, porém até o momento ainda não foram habilitados, o que impossibilita melhor detalhamento e identificação de algumas das agências.
  • A Rio Bravo expressou que busca trazer ampla transparência em suas comunicações e manterá os cotistas e o mercado em geral atualizados sobre informações relevantes no andamento dos processos, bem como trará mais detalhes de possíveis impactos nos resultados do fundo quando houver mais clareza.

 

Como saber se um FII é o melhor para a sua carteira? Faça nosso checklist gratuito e descubra.

Bruno Sperandio
Bruno Sperandio Autor

Engenheiro por formação, com mais de 7 anos de experiência no mercado de investimentos, trabalha com produção de conteúdo informativo e educacional para o mercado imobiliário brasileiro.




Comentários