28 de abril/20: Fechamento e principais destaques do dia

O IFIX apresentou nesta terça-feira (28), uma valorização de +0,62%, fechando o dia aos 2.572,87 pontos. No acumulado deste mês de abril e ano de 2020, a variação acumulada do índice é de + 4,28% e -19,97%, respectivamente.

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Mercado de FIIs: Principais destaques e notícias do dia

SDIP11: Em razão da alteração da denominação social do fundo, a partir de 05/05/2020, as cotas de emissão do fundo passam a ser negociadas com o nome de pregão “FII TEL PROP” e com novo código de negociação TEPP11.

EURO11: Fundo informou que recebeu visitas de 3 empresas buscando áreas em seus ativos. Disse também que um de seus locatários comunicou que devolverá tal módulo em 16/05/20. Com essa devolução, o decréscimo no caixa será de R$ 0,30 por cota e a partir de 16/05/20 a taxa de vacância passará a ser de 30,77%. No entanto, por se tratar de rescisão antecipada de contrato, haverá incidência de multa rescisória proporcional de 3 aluguéis.

FLMA11 informou em seu relatório mensal divulgado hoje (28), que está com todos os seus imóveis locados. No entanto, em relação aos impactos provocados pela pandemia do covid-19, 4 inquilinos solicitaram desconto no aluguel de março/20, onde o fundo aplicou uma redução que será impactado em 30% na receita. Esse desconto influenciara negativamente o resultado a ser distribuído em maio. Mas, por outro lado, esse redução será paga no aluguel do mês de janeiro/21.

VISC11, VINO11 e VILG11: Diante da impossibilidade da reunião física de pessoas, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), os FIIs cancelaram a assembleia que estava agendada para o próximo dia 04 de maio. Com isso, informaram que será adiada em 5 dias úteis da data original, de forma a fornecer um prazo suficiente para que os cotistas dos FIIs possam se manifestar.

RBRY11: Todos os 17 CRIs de sua carteira estão integralmente em dia com suas obrigações (juros e amortização). Para o atual momento, seu gestor RBR Asset reafirma que não vislumbram nenhum default em sua carteira de crédito imobiliário seja no curto/médio/longo prazo por conta das características das operações e por conta do seu mapeamento de risco que foi reforçado nas últimas semanas. Ressaltou que apenas um devedor consultou sobre a possibilidade da redução das parcelas. RBR disse que o caso em questão não é preocupante dado a solidez das garantias e a composição do fundo de reserva. Eventual renegociação deve trazer mais garantias e/ou taxa para a operação, sem impacto esperado nos juros mensais.

Bruno Sperandio
Bruno Sperandio Autor

Engenheiro por formação, com mais de 7 anos de experiência no mercado de investimentos, trabalha com produção de conteúdo informativo e educacional para o mercado imobiliário brasileiro.

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