09 de julho/20: Fechamento e principais destaques do dia

IFIX apresentou nesta quinta-feira (09), uma desvalorização de 0,48%, fechando o dia aos 2.766,10 pontos. No acumulado deste mês de julho e ano de 2020, a variação do índice é de -1,43 e -13,60%, respectivamente.

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Mercado de FIIs: Principais destaques e notícias do dia

HGLG11 (Tijolo/Galpões) tem retorno de 35,1% durante os últimos 12 meses - Destaques de junho

  • O fundo terminou o primeiro semestre com um resultado médio por cota de R$ 0,82 e distribuindo uma renda constante por cota de R$ 0,78, o que equivale a 95,4% do seu resultado auferido. Nos resultados acumulados, o HGLG11 possui R$ 0,41 por cota ainda não distribuídos.
  • No fluxo de aluguéis, 99% dos alugueis cobrados foram recebidos.
  • Nos rendimentos, serão distribuídos R$ 0,78 por cota no dia 14 de julho (Dividendo 0,41%, cota base R$189,94).
  • Durante o mês de junho, o fundo concluiu menos negociações do que o mês anterior, sendo que 61% da receita contratada total já possuem diferimento acordados contra 11% que continuam em andamento.
  • Houve a conclusão da saída definitiva da locatária Fedex no galpão em Guarulhos no dia 4 de junho de 2020. Tal saída gerará uma receita ao Fundo em julho de R$ 500.000,00 por compensação de investimentos a serem realizados no galpão e R$67.009,07 pelo pro rata die dos 4 dias.
  • Foi firmado um Memorando de Entendimentos (“MOU”) por meio do qual regulou todas as etapas necessárias para a aquisição do ativo logístico multiusuário com área bruta locável de aproximadamente 121.000,00 m², localizado na região sudeste, compreendendo o preço de aquisição de R$ 245.000.000,00 a um cap rate aproximado de 8,8% ao ano.
  • No dia 1 de julho/20, foi concluído aquisição da totalidade de um conjunto de galpões logísticos localizados na cidade de Extrema, estado de Minas Gerais.
  • Com o fechamento do 1º semestre, o time de gestão do HGLG11 compartilhou um resumo de estratégias e pensamentos dos seus principais marcos, além de sua visão macro do momento atual. O conteúdo está em seu relatório mensal de junho/20.
  • O HGLG11 teve um retorno bruto de -5,4% durante o semestre e um retorno de 35,1% durante os últimos 12 meses.

 

HGRU11 (Tijolo/Educacional) teve um retorno total bruto de 0,0% durante o semestre, mas de 34,9% durante os últimos 12 meses - Destaques de junho

  • Foi encerrada a 3ª emissão de cotas no montante de aproximadamente R$ 300 milhões, e durante o próprio mês, o fundo já realizou as aquisições alvo da oferta em dois ativos.
  • O fundo terminou o primeiro semestre com um resultado médio por cota de aproximadamente R$ 0,69 e distribuindo uma renda constante por cota de R$ 0,68, o que equivale a 98% do seu resultado auferido no período. Nos resultados acumulados, o HGRU11 possui R$ 0,20 por cota ainda não distribuídos.
  • Nos rendimentos, serão distribuídos R$ 0,68 por cota no dia 14 de julho (Dividendo 0,53%, cota base R$128,00).
  • No fluxo de aluguéis, todos os alugueis cobrados foram recebidos pelo fundo, sendo que ainda há uma inadimplência relativa aos estacionamentos e lojas dos imóveis Estácio Salvador e Santo Alberto.
  • O HGRU11 teve um retorno total bruto de 0,0% durante o semestre, porém teve um retorno de 34,9% durante os últimos 12 meses.

 

HGCR11 (Papel/CRI): Movimentação total entre compras e vendas foi de aproximadamente R$ 40 milhões - Destaques de junho

  • No dia 14 de julho, será pago aos cotistas em 30 de junho o valor de R$ 0,48 por cota referente aos rendimentos de junho (Dividendo 0,44%, cota base R$ 108,79).
  • Durante o mês, a cota ajustada do fundo em bolsa apresentou variação de +5,6%, no ano, a variação é de -14,2%. Já a cota patrimonial ajustada por rendimentos apresentou variação de +1,2% durante o mês, no ano a variação é de +3,0% e em 12 meses é de +8,0%.
  • A cota do HGCR11 em bolsa foi negociada em volume médio de R$ 2,3 milhões ao dia, tendo atingido volume total de R$ 49 milhões negociados durante o mês.
  • O número de cotistas aumentou para 59.406 (vs 58.600 ao final maio/20).
  • Em junho, o resultado total foi de R$ 4,5 milhões (R$ 0,37/cota) e ao final do mês havia distribuído 95,5% do resultado apurado no semestre e detinha, ainda, R$ 5,0 milhões (R$ 0,40/cota) de resultados acumulados em períodos anteriores e ainda não distribuídos.
  • Foi realizada movimentação total entre compras e vendas de aproximadamente R$ 40 milhões, sendo que a alocação líquida total foi positiva em R$ 35,6 milhões. Neste contexto, o fundo encerrou o mês com 89,0% do patrimônio alocado em ativos alvo
  • HGCR11 segue monitorando ativamente todas suas posições na carteira de créditos, de modo a tentar antecipar e/ou tratar eventuais problemas decorrentes do agravamento da crise provocada pelo vírus.

 

BTLG11 (Tijolo/Galpões) celebrou um contrato envolvendo a aquisição de 3 ativos. O valor da operação será de R$ 338 milhões

  • O Fundo informou que celebrou um contrato envolvendo a aquisição de 3 ativos, estando o fechamento da operação sujeito à verificação de determinadas condições suspensivas usuais.
  • O valor da operação será de R$ 338 milhões. O cap rate envolvido na operação, ou seja, o valor de receita contrata para os próximos 12 meses sobre o preço da venda é de 8,71%, e o rendimento esperado no 1º ano é de 11,90% sobre a parcela paga, segundo a visão da gestora BTG Pactual.

 

OUJP11 (Papel/CRI): Foi encerrada a 3ª oferta de distribuição de cotas - Destaques de junho

  • A carteira permaneceu adimplente em suas obrigações e chegou ao final do mês com 76,6% dos investimentos alocados em ativos imobiliários, dos quais 74,4% em CRI e 2,3% em FII. O saldo restante de 23,4% estava alocado em instrumentos de caixa.
  • Em 22 de junho foi encerrada a 3ª oferta de distribuição de cotas do fundo, com a captação de R$ 36,3 milhões.
  • Fundo continua monitorando com atenção redobrada os ativos da carteira do, com o objetivo de antecipar eventuais impactos da crise causada pela pandemia de COVID-19.
  • Apesar do desafio momentâneo, as perspectivas do gestor para os setores mais impactados aos quais o fundo tem exposição são positivas, com a retomada gradual dos terminais rodoviários, o funcionamento parcial dos shoppings e a reabertura dos estandes de venda de imóveis.
  • A distribuição de rendimentos será de R$ 0,63 por cota (Dividendo 0,56%, cota base R$ 111,00) para os cotistas iniciais e aos que exerceram o direito de preferência, com distribuição proporcional aos demais. Esse valor, combinado à desvalorização de 0,74% da cota patrimonial, proporcionou retorno total negativo de 0,11% no mês.
  • No mercado secundário foram feitos 13.105 negócios, movimentado cerca de R$ 13 milhões no mês.

HGRE11 (Tijolo/Escritórios): O número de cotistas aumentou para 89.817 - Destaques de junho

  • A carteira de imóveis encerrou o mês de junho com 21,48% de vacância financeira e 21,86% de vacância física.
  • No fluxo de aluguéis, o fundo recebeu 82,32% dos alugueis cobrados, sendo que 5,01% foram inadimplência e 12,67% foram diferimentos.
  • O número de cotistas aumentou para 89.817 e a rentabilidade da cota foi de 4,09% no mês.
  • 98% do patrimônio do fundo está locado em imóveis e os restantes 2% estão distribuídos em cotas de FIIs, CRI e Renda Fixa.
  • A distribuição de rendimentos será de R$ 0,57 por cota (Dividendo 0,37%, cota base R$ 150,40). O fundo manteve a distribuição em R$ 0,57 por cota dado impacto dos acordos de diferimento já em vigor, sendo que o resultado distribuível do mês foi de R$ 0,38 por cota.

 

SARE11 (Tijolo/Escritórios): Carteira de imóveis do SARE11 permaneceu 100% locada - Destaques de junho

  • Fundo concluiu a aquisição de 1.033,74 m² referente aos conjuntos 11, 12, 21 e 22 do Edifício Work Bela Cintra, que já detinha 78% de participação no imóvel e agora passa a deter 100%. O valor total da aquisição foi de R$ 15,7 milhões.
  • Com esta aquisição, a carteira de imóveis do SARE11 permaneceu 100% locada, com todos os locatários adimplentes.
  • No que se refere à alocação dos recursos do fundo, a equipe de gestão se encontra em negociações avançadas com proprietários de edifícios comerciais e galpões logísticos nos mercados mais maduros, buscando investir o saldo de caixa de maneira eficiente, considerando o novo cenário em que vivemos.
  • O valor de mercado da cota no último dia útil de junho foi de R$ 89,69 representando uma valorização de aproximadamente 4,9% no mês, o que ainda representa um desconto significativo frente ao seu valor patrimonial.
  • O fundo negociou R$13.320.062,52 em cotas no mercado secundário da B3. Este volume representa uma liquidez diária média de R$ 605.457,39.
  • O SARE11 tem por objetivo investir em imóveis comerciais preponderantemente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e distribuir mensalmente os rendimentos de aluguéis aos cotistas.

Bruno Sperandio
Bruno Sperandio Autor

Engenheiro por formação, com mais de 7 anos de experiência no mercado de investimentos, trabalha com produção de conteúdo informativo e educacional para o mercado imobiliário brasileiro.

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