VILG11 revela rendimentos para cotistas até o fim do ano



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A Vinci Logística (VILG11), fundo imobiliário do tipo tijolo de segmento galpões logísticos, publicou na manhã desta segunda-feira, 10 de agosto/20,  seu relatório de resultados referente ao período de julho/20.

Dentre os destaques, seu gestor (Vinci Real Estate), comunicou que realizou o pré-pagamento do CRI referente à compra dos imóveis Fernão Dias Business Park e CD Privália, que vão representar um incremento de R$0,01 por cota no resultado do fundo.

Além disso, ressaltou que o VILG11 ultrapassou a marca de 60 mil cotistas em julho, representando um aumento de 25% em relação ao mês anterior.

Sobre os efeitos causados pela crise do vírus, o fundo segue com impactos limitados e permanece em linha com a tese de sua gestão, no que tange sua resiliência no setor de galpões logísticos no atual momento de mercado.

Nos rendimentos, o resultado a ser distribuído pelo fundo, cujo pagamento vai ocorrer no dia 14 de agosto, será de R$ 0,60 por cota, representando um dividendo de 0,50% para o mês, equivalente a 263% do CDI no período (cota base R$ 119,15).

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Em adição, o relatório do fundo divulgou uma estimativa de rendimentos, no qual, considerando o portfólio e situação em 31 de julho/20, o rendimento mensal distribuído, de agosto/20 até o final do ano de 2020, se situe entre R$ 0,60 e R$ 0,62/cota.

Considerando essa estimativa e tendo como base a distribuição de R$ 0,61 por cota (dividendo 0,51%, cota base R$119,15), esse valor vai representar um dividendo equivalente a 268% do CDI até o final de 2020.

No mercado secundário, as cotas do VILG11 movimentaram cerca de R$ 7,5 milhões por dia, registrando uma desvalorização de 5,8%, partindo de R$ 126,50 em 30 de junho, para R$ 119,15 em 31 de julho.

Carteira de ativos: seu portfólio é composto por participação em 9 imóveis, distribuídos em 4 estados das regiões sul e sudeste do país, totalizando mais de 238 mil m² de ABL próprio.

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O VILG11 manteve a receita de locação do portfólio estável desde o início da pandemia.

Nestes ativos, 53% da receita está exposta a locatários de e-commerce, 14% ao setor de alimentos e bebidas e 5% ao setor de material hospitalar. Deste total, 46% da carteira é de contratos atípicos e todos os imóveis do portfólio encontram-se 100% ocupados.

Destinado a investidores em geral, o VILG11 foi constituído em meados de 2016 e atualmente possui R$ 857 milhões em valor de mercado (cota base R$ 121,75). Sua taxa de administração é de 0,85% ao ano sobre seu valor de mercado, com adicional de 20% de performance. Nos últimos 12 meses, a variação da cota é de positivos 4,02%.

 

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Bruno Sperandio
Bruno Sperandio Autor

Engenheiro por formação, com mais de 7 anos de experiência no mercado de investimentos, trabalha com produção de conteúdo informativo e educacional para o mercado imobiliário brasileiro.




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