‌‌‌O‌‌‌ ‌‌‌‌‌‌IFIX‌‌‌‌‌‌ ‌‌fechou‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌última‌‌‌ terça-feira‌‌‌ ‌‌‌(22)‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ queda ‌‌de‌‌ -0,30%,‌‌‌ ‌‌terminando‌‌ ‌‌‌o‌‌‌ ‌‌‌dia‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ ‌‌2.733,35 ‌pontos.‌‌‌ ‌‌‌No‌‌‌ ‌‌‌acumulado‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌mês‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ fevereiro ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌ano‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌‌2022,‌‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌variação‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌índice‌‌‌ ‌‌‌é‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌-1,56%‌‌‌ ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌-2,54%‌‌,‌‌‌ ‌‌‌respectivamente.‌‌‌ ‌ ‌

‌‌‌Confira‌‌ ‌‌as‌‌ ‌‌principais‌‌ ‌‌notícias‌‌ ‌‌do‌‌ ‌‌mercado‌‌ ‌‌de‌‌ ‌‌FIIs:‌‌

IBFF11 informa resultados e mostra desconto em preço de suas cotas

O FII Integral BREI Fundo de Fundos (IBFF11), gerido pela Integral Brei Real Estate, divulgou nesta terça-feira (22) o seu relatório gerencial do mês de janeiro, no qual descreveu seus resultados mensais. Além disso, a gestão explicou que suas cotas seguem com preços bastante atrativos ao investidor. 

Referente ao mês de janeiro, o fundo anunciou dividendos de R$ 0,50 por cota, ou 74,4% do lucro distribuível no mês, o que representa um dividend yield anualizado de 10,29%. Confira abaixo:

IBFF11

Deste modo, a gestora ressaltou que nos últimos 12 meses foram distribuídos R$ 5,73 por cota, ou 9,41% de dividend yield. 

Neste aspecto, desde o início já foram distribuídos R$ 13,44 por cota, uma média mensal de 0,46/cota em dividendos, representando um dividend yield anualizado de 8,59%, mostrou a gestora.

Além disso, o IBFF11 acumulou uma reserva de lucro em caixa no montante de R$ 0,17 por cota. Da mesma forma, a gestora disse que a previsão do fundo é distribuir o patamar de R$ 0,50 por cota para o próximo mês. 

As cotas do IBFF11 seguem com muito desconto

Sobre o preço da cota do IBFF11, a gestora disse que o mês de janeiro foi finalizado com um deságio de 17,54%, considerando o desconto da carteira de 24,2%, o duplo deságio seria de aproximadamente 40,7%. 

Desta forma, a gestora deu um exemplo do quanto a cota do fundo está barata, pois, comprando R$ 100 do IBFF11, o investidor estaria adquirindo, na verdade, aproximadamente mais de R$ 165 em valor patrimonial. 

O fundo teve receita de ativos imobiliários de R$ 433 mil, somando R$ 8 mil de receita financeira, descontando R$ 65 mil de despesas e R$ 7 mil de provisionamento, o Fundo apresentou lucro de R$ 369 mil, 25% maior em relação a dezembro. Nos últimos meses o Fundo vem elevando o nível de rendimentos de FIIs.

Mercado de FIIs

Já em relação ao mercado de fundos imobiliários, após a expressiva valorização no mês de dezembro, o IFIX recuou 0,99% em um movimento de realização em janeiro. Os segmentos que mais caíram foram o de Lajes Corporativas e Shoppings.  Por outro lado, foram também os que mais valorizam no mês anterior e no acumulado permanecem positivos. 

Da carteira de FIIs do fundo, o destaque foi, de acordo com a gestora, o FII de CRI IBCR11, que apresentou dividendos de R$ 1,50 por cota. 

Além desse, o CBOP11 apresentou um aumento significativo no rendimento, devido a uma parcela da multa da rescisão da ENEL, foi distribuído R$ 2,60 por cota frente os constantes R$ 0,49. Confira abaixo o perfil da carteira do fundo:

IBFF11 fiis

Por fim, a gestora destacou a retomada do dividend yield dos Shoppings para nível de 8,45%, após meses sofrendo com fechamentos frequentes. Além disso, os dados de ocupação de lajes corporativas que destacam forte procura, baixa vacância e aumento de preços para bem localizados. 

O FII Integral BREI Fundo de Fundos Imobiliários tem como objetivo principal auferir rendimentos e ganho de capital com a aquisição de cotas de outros Fundos de Investimento Imobiliário, bem como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras Hipotecárias (LH) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI). 

MGFF11 aproveita emissões de cotas para compra de ativos 

A gestão do FII Mogno Fundo de Fundo (MGFF11), detalhou em seu Relatório Gerencial divulgado na terça-feira (22), a performance do fundo no mês de janeiro. Desta forma, a Mogno Capital Investimentos descreveu a movimentação de sua carteira, aproveitando emissões de cotas. 

Referente ao mês de janeiro, o dividendo divulgado pelo fundo foi de R$ 0,55 por cota no mês, equivalente a um dividend yield anualizado de 10,15%. Confira abaixo:

MGFF11

A carteira do MGFF11

Deste modo, a gestora destacou que no mês de janeiro a carteira do MGFF operou perto da estabilidade. Neste aspecto, a variação de preços dos FIIs da carteira mais a distribuição de rendimentos, a performance foi negativa em -0,55%, superando o IFIX, que caiu -0,99%. Confira abaixo o perfil da carteira do fundo:

MGFF11 Dentre os segmentos investidos pelo MGFF11, o destaque negativo foi o de lajes corporativas, causada principalmente pelo FII Torre Almirante, ALMI11.

Porém, a gestora segue confiante na tese do ALMI11, que na carteira do fundo tem uma função de longo prazo. Neste caso, o preço de aquisição foi muito abaixo do que um imóvel em igual situação seria negociado no mercado. 

Entrada em emissões de cotas

Com relação às movimentações do mês,o MGFF11 entrou em três ofertas de cotas: IRDM11, VGPI11 e VRTA11. Em relação ao primeiro, a gestora disse que tal fundo possui uma carteira de crédito e FIIs bem diversificada, e o preço de subscrição estava abaixo do valor de mercado. 

De igual modo, o fundo entrou na oferta de VGIP11, quando o MGFF11 realizou a venda parcial da posição, trazendo um lucro rápido para o seu caixa. Por fim, o fundo também alocou capital na oferta do VRTA11, devido ao desconto em relação ao preço do mercado secundário e às taxas dos ativos da carteira de recebíveis.

O Mogno Fundo de Fundos é um fundo de fundos (FoF) com objetivo de auferir rendimentos e ganhos de capital na aquisição de cotas de FIIs e outros ativos ligados ao mercado imobiliário.

SNCI11 faz sua 2ª emissão. Prazo de subscrição acaba hoje (23)

A Suno Asset, gestora do novo fundo imobiliário Suno Recebíveis Imobiliários FII (SNCI11), pretende captar R$69 milhões em sua 2ª emissão de cotas. De acordo com fato relevante publicado, o prazo de subscrição acaba nesta quarta-feira (23). 

Conforme divulgado, o valor a ser pago por cada nova cota do fundo será de R$ 100,25, um desconto de aproximadamente 2,52% em relação à cotação de hoje. A taxa de distribuição será de R$0,25. 

O valor das novas cotas está abaixo do valor patrimonial da cota. Até o momento, o VP do fundo é de R$101,94. No mercado secundário, o preço da cota do SNCI11 fechou na última terça-feira (22) em R$102,55.

Neste aspecto, o SNCI11 os cotistas do fundo, que atualmente são mais de 15.000 investidores, possuem até esta quarta-feira (23) para exercer seu direito de preferência. De acordo com o fundo, o fator de proporção é de 41%, sendo o prazo final para exercer a prerrogativa em 11 de março.

Na verdade, a oferta de cotas do SNCI11 estava reservada para investidores qualificados, ou seja, que possuem pelo menos R$1 milhão de investimentos. Porém, todos os cotistas poderão entrar na oferta no período de preferência, subscrevendo suas novas cotas hoje, nesta quarta-feira.

Os cotistas terão outra oportunidade de entrar na oferta, mas terão que esperar um pouco. O direito de subscrição das sobras será do dia 16 de março e vai até 21 de março.

Por fim, a gestora deixou claro que esta 2ª emissão de cotas tem como objetivo a aquisição de novos ativos para o fundo.  

O fundo imobiliário Suno Recebíveis Imobiliários a geração de renda por meio de recebíveis imobiliários e outros ativos de renda fixa. De acordo com o estudo de viabilidade do fundo, a rentabilidade líquida esperada é 10,50% a.a.