Os FIIs Brasil Plural Fundo de Fundos (BRFF11), Mongo Fundo de Fundos (MGFF11) e NCH Brasil Recebíveis Imobiliários (NCHB11) saíram da composição do IFIX, o índice de Fundos Imobiliários da B3, para o primeiro quadrimestre de 2024. A nova composição passou a valer a partir da última terça-feira (2) e vai até o dia 30 de abril.

Destes, o MGFF11 será descontinuado durante o período, já que está em processo de incorporação pelo Valora Hedge (VGHF11), e já não tem suas cotas negociadas no mercado desde a semana passada. Os demais continuam a ser negociados normalmente.

Outros dois fundos foram incluídos pela B3 para a contagem do IFIX: o More Recebíveis Imobiliários (MORC11) e o SPX SYN Multiestrategia (SPSX11). O MORC11, inclusive, também deve ser descontinuado ao longo do período, pois deve ser liquidado e absorvido pelo FII VBI Reits Multiestratégia (RVBI11).

Como funciona a carteira teórica de FIIs do IFIX?

A carteira teórica é modificada a quatro meses, de forma a reunir os ativos mais interessantes e com maior liquidez de cada segmento. No último mês de duração, a B3 começa a divulgar prévias da nova carteira, de forma a antecipar as possíveis mudanças e ajudar os investidores a atualizar suas posições.

Os cinco principais FIIs componentes do IFIX foram mantidos na carteira de janeiro, mas com percentuais modificados em relação ao período de setembro a dezembro do ano passado. Confira abaixo:

  • Kinea Índices de Preços (KNIP11) - 6,102% (6,149% na carteira anterior)
  • Kinea Recebíveis Imobiliários (KNCR11) - 4,742% (4,677%)
  • GSHG Logística (HGLG11) - 4,369% (4,526%)
  • Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) - 3,194% (3,227%)
  • XP Malls (XPML11) - 2,901% (2,869%)

O IFIX é a principal carteira teórica de FIIs da bolsa de valores, e o resultado deste portfólio é uma pontuação baseada em uma média ponderada dos valores de todos os fundos que compõem este índice.