IFIX bate novo recorde histórico e fecha acima de 3.795 pontos

IFIX bate novo recorde histórico e fecha acima de 3.795 pontos
Confira os destaques do mercado de FIIs - Foto: Pixabay

O IFIX fechou esta terça-feira (13) em 3.795,86 pontos, com alta de 0,21% em relação à véspera, e renovou mais uma vez a máxima histórica de fechamento. O índice de fundos imobiliários chegou a tocar 3.797,35 pontos na máxima intradiária, consolidando um novo patamar e confirmando a continuidade do movimento de valorização observado desde o fim de dezembro.

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Durante o pregão, o comportamento foi marcado por volatilidade moderada e fortalecimento gradual da tendência positiva. Após iniciar o dia em leve baixa e registrar mínima em 3.786,94 pontos ainda pela manhã, o IFIX ganhou fôlego a partir do início da tarde. O avanço se intensificou no fim do pregão, quando o índice superou resistências recentes e acelerou até encerrar praticamente colado na máxima do dia.

Com o resultado, o IFIX amplia a sequência de altas em 2026 e reforça o viés altista de curto prazo, aproximando-se da marca simbólica dos 3.800 pontos. Mesmo após sucessivas renovações de recorde, o mercado de FIIs segue mostrando força, sustentado por fluxo comprador e sem sinais claros de realização mais intensa no curto prazo.

JSCR11 e TGAR11 têm ganhos; CCME11 e URPPR11 sofrem perdas

O JSCR11 liderou os ganhos do pregão, com alta de 3,37%, fechando a R$ 8,58. Outros destaques positivos do dia foram o TGAR11 (+2,99%), que fechou em R$ 91,99, e o KORE11 (+1,64%), que encerrou o pregão a R$ 72,34.

Por outro lado, os fundos que registraram as maiores perdas no dia foram o CCME11 (-1,75%), que fechou a R$ 8,96, o URPR11 (-1,56%, a R$ 37,75) e o HSAF11 (-1,46%, a R$ 80,80).

A carteira teórica do IFIX foi atualizada em 5 de janeiro passando a contar com 113 fundos imobiliários. A seleção leva em conta fatores como valor patrimonial, regularidade no pagamento de dividendos e liquidez das cotas, e tem validade de quatro meses, até o fim de abril.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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