CNES11, SNEL11 e FIIB11 e são destaques do Bom Dia FIIs (26/1)

CNES11, SNEL11 e FIIB11 e são destaques do Bom Dia FIIs (26/1)
CNES11, SNEL11 e FIIB11 e são destaques do Bom Dia FIIs (26/1)

Os fundos CNES11, SNEL11 e FIIB11 são destaques do Bom Dia FIIs desta segunda-feira (26). Na sexta-feira (23), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.841,53 pontos, com alta de 0,56%, o que representa um avanço de 21,33 pontos em relação ao fechamento anterior e ganho de 0,85% em relação ao fechamento da semana anterior.

Durante a sessão, o IFIX permaneceu em território positivo. A mínima intradiária foi de 3.820,21 pontos, enquanto a máxima do dia coincidiu com o topo anual de 3.842,05 pontos.

O desempenho do índice de fundos imobiliários ocorreu em um dia de valorização mais ampla do mercado acionário. O Ibovespa também fechou em alta, com avanço de 1,86%, aos 178.858,55 pontos.

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Em alta, IFIX mantém sequência positiva e fecha semana com ganho de 0,85%
CNES11 anuncia menor dividendo da história; veja o valor
SNEL11 alcança 65 mil cotistas e acelera expansão após nova emissão
Fundo e inquilina do setor automotivo entram em rota de colisão
FIIs de galpões: por que 2026 promete valorização ainda maior

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

CNES11 anuncia menor dividendo da história; veja o valor

O fundo imobiliário CNES11 anunciou a distribuição de R$ 0,002926592 por cota em dividendos, o que representa o menor valor já divulgado pelo FII.

Os dividendos do CNES11 serão pagos no dia 29 de janeiro de 2026, mas apenas aos investidores posicionados no fundo até 22 de janeiro, data-base para o direito ao rendimento. A quantia é referente ao resultado de dezembro de 2025. Como ocorre com os FIIs, o valor distribuído é isento de Imposto de Renda para a pessoa física.

Considerando a cotação de fechamento de dezembro, que foi de R$ 1,77, o dividendo do CNES11 representa um dividend yield mensal aproximado de 0,165%. 

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SNEL11 alcança 65 mil cotistas e acelera expansão após nova emissão

O fundo imobiliário SNEL11 alcançou a marca de 65 mil cotistas nesta semana, consolidando um salto relevante em sua base de investidores em relação ao último relatório gerencial divulgado pelo fundo, quando o número de cotistas ainda orbitava a casa dos pouco mais de 60 mil. O avanço ocorre em paralelo à expansão acelerada do veículo após emissão.

O crescimento da base acompanha a conclusão da quarta emissão pública de cotas, que elevou a captação do fundo para mais de R$ 620 milhões. Com isso, o valor de mercado do SNEL11 passou a girar em torno de R$ 950 milhões, posicionando o fundo entre os maiores veículos listados voltados à energia limpa na B3.

A operação também ampliou o patrimônio sob gestão da Suno Asset para cerca de R$ 3,3 bilhões, reforçando o peso crescente da vertical de energia dentro da casa. O movimento consolida o SNEL11 como um dos principais instrumentos para investidores que buscam renda isenta aliada à exposição ao segmento de geração distribuída.

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FII e inquilina do setor automotivo entram em rota de colisão

FIIB11 informou ao mercado, por meio de fato relevante, que enfrenta um impasse com uma de suas locatárias após o pagamento parcial de aluguéis e a não formalização de um acordo para postergação das cobranças. A situação pode resultar em uma disputa judicial.

fundo imobiliário, voltado ao segmento industrial, relatou que a locatária alegou dificuldades de fluxo de caixa para justificar o pedido de postergação de parte dos aluguéis devidos entre setembro de 2025 e janeiro de 2026. Segundo o comunicado, a locatária solicitou a postergação de 50% dos aluguéis referentes ao período mencionado, citando fatores sazonais que afetam o caixa no quarto trimestre, além de um cenário adverso para a indústria automotiva, agravado por incertezas no comércio global.

A administradora do FIIB11 informou que negou inicialmente o pedido. Apesar disso, a locatária passou a pagar apenas metade dos valores devidos de forma unilateral nos meses de setembro a dezembro de 2025.

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FIIs de galpões: por que 2026 promete valorização ainda maior

O mercado de galpões logísticos de alto padrão encerrou 2025 com um equilíbrio mais restrito entre oferta e demanda, resultado de um ano marcado por forte absorção líquida, vacância em queda e preços de aluguel em níveis recordes. Esse conjunto de indicadores operacionais, detalhado na Análise Setorial de Galpões – 4T25 do Banco BTG Pactual, ajuda a explicar por que 2026 tende a começar sob condições ainda mais favoráveis para o segmento, especialmente no Estado de São Paulo.

Ao longo de 2025, a demanda por áreas logísticas permaneceu elevada, levando a uma absorção líquida acumulada de aproximadamente 1,5 milhão de metros quadrados. Como consequência, a taxa de vacância seguiu trajetória de queda e encerrou o ano em 7,8% no mercado paulista de galpões de alto padrão, abaixo dos níveis observados no início do período.

Esse equilíbrio mais restrito entre oferta e demanda reforça uma dinâmica considerada mais favorável aos proprietários dos ativos, ao reduzir a pressão competitiva por novos inquilinos e limitar concessões comerciais em renegociações e novas locações.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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