O FII Bradesco Carteira Imobiliária Ativa - BCIA11 - apresentou nesta terça-feira, 07 de janeiro de 2020, seu relatório de resultados referentes ao ano de 2019.

No documento, sua gestão (Bradesco Asset) iniciou declarando que 2019 foi um ano excelente para o segmento de fundos imobiliários, influenciado pela queda da taxa de juros e crescente demanda por essa classe de ativo.

Nesse cenário, o IFIX - índice que representa a performance média das cotações dos FIIs negociados na Bolsa de valores - teve alta de 35,98% no ano.

Em 2019, BCIA11 apresentou maior rendimento comparado ao IFIX

Para o BCIA, 2019 também foi um ótimo ano, informou sua gestora.

A cota patrimonial fechou o mês de dezembro em R$ 146,40, com valorização de 37,08% no ano (valorização da cota + proventos), superando assim o IFIX.

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Setor de lajes corporativas foi o mais rentável no portfólio do BCIA11

Os setores mais rentáveis da carteira foram o de lajes corporativas, galpões e shoppings, nessa ordem. Veja abaixo como está distribuído a carteira do BCIA11.

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No mercado secundário, valorização do BCIA11 é de 129,7% em 2019

No mercado secundário, houve um aumento na liquidez das cotas, que atingiram valor de R$ 220 por cota no fechamento de dezembro, acumulando retorno de 129,7% no ano, considerando também os proventos.

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Dividend yield foi de quase 10% para cota patrimonial

Nos rendimentos, foram distribuídos R$ 14,50 por cota, o que equivale a um dividend yield de 9,90% em relação à cota patrimonial e de 6,59% em relação à cota de mercado, ambas no fechamento do mês. Em dezembro, a distribuição foi de R$ 3,60 por cota.

Segundo informado no último relatório, os proventos nos meses de novembro e dezembro ficaram acima do nível praticado historicamente pelo fundo devido ao maior giro da carteira no semestre, levando à liberação de ganho de capital para distribuição.

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Gestão acredita que 2020 será um grande ano para o investimento em Fundos Imobiliários

Por fim, o Bradesco disse que acredita que 2020 será um bom ano para o segmento de fundos imobiliários, considerando a manutenção do cenário de baixa taxa de juros, além da expectativa de recuperação da economia brasileira, que deve se materializar em crescimento dos proventos distribuídos.