O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ quarta-feira‌ ‌(13)‌ ‌em alta de 0,03%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.727,86 pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ outubro ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ 0,44%‌ ‌e‌ -4,95%,‌ ‌respectivamente.‌

Já o ‌‌índice‌‌ ‌‌‌‌SUNO30‌‌‌‌ ‌‌fechou‌‌ ‌‌em‌‌ 0,00%‌ ‌‌e‌‌ ‌98,92 pontos.‌‌ ‌‌Veja‌‌ ‌‌na‌‌ ‌‌tabela‌‌ ‌‌‌abaixo:‌‌ ‌ 

fechamento 13-10 fiis

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

PORD11 valoriza dividendo do mês e mostra investimentos

A gestão do fundo Polo Recebíveis Imobiliários (PORD11), detalhou em seu Relatório Gerencial divulgado na última quarta-feira (13), os resultados do fundo no mês de setembro. Desta forma, a gestora Polo Capital Gestão de Recursos apresentou a movimentação na carteira do fundo e valorizou o patamar de distribuição do fundo.

O fundo gerou uma distribuição referente a setembro de R$ 0,91 por cota, considerado um bom patamar pela gestão. Confira na tabela abaixo:

PORD11

Nos primeiros dias do mês de setembro, foi finalizado o ciclo de investimento dos recursos captados na 3ª emissão. 

Durante o mês, foi vendido o CRI Bait, operação com remuneração IPCA+7%, contando com garantias imobiliárias, cessão fiduciária e cash sweep de recebíveis e aval da holding 

Para os próximos 2 meses, a gestão disse que o PORD11 possui 3 operações bastante promissoras. São operações que entrarão na carteira como reinvestimento de amortizações (principal) e/ou como oportunidades de aumentar o carrego da carteira. Confira quais são os ativos: 

  • CRI corporativo – CDI+4,5% a 5% 
  • CRI corporativo – CDI+6% 
  • CRI corporativo – IPCA+9% 

Também, a gestão aproveitou e fez algumas considerações sobre o mercado de FIIs. De acordo com sua visão, com o atual dividend yield médio de 11.89% e a isenção de IR, os FIIs de papel oferecem perspectiva de carrego muito mais interessante do que emissões high grade (que têm saído no patamar de CDI+1,5% e com durations bem longas). 

Confira abaixo o perfil da carteira do PORD11:

PORD11

Obviamente que no setor de FIIs de papel há diferentes mandatos de risco. Mas na visão da gestão, mesmo os fundos que carregam portfólios de baixo risco oferecem expectativa de retorno maior do que renda fixa tradicional. 

O PORD11 é um fundo imobiliário do tipo papel. O objetivo do fundo é investir em uma carteira de recebíveis imobiliários (CRIs) de risco relativamente baixo. 

RZTR11 informa sobre aquisição de imóvel rural em Mato Grosso

A Riza Asset Management, gestora do FII Riza Terrax (RZTR11), comunicou em relatório gerencial nesta quarta-feira (13), a possível compra de imóvel para completar o portfólio do fundo. 

A gestão afirmou que o RZTR11 celebrou o Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda de uma propriedade, localizada no município de Sorriso no estado do Mato Grosso. 

O imóvel possui área total de 655,2659 hectares, dos quais 514,9131 hectares são explorados por agricultura e 140,3528 hectares possuem outros usos. 

A gestão disse que o valor total da aquisição é de R$ 26.000.000,00 ou R$ 50.493,95/hectare agricultável, que serão desembolsados em 2 (duas) parcelas.

O primeiro pagamento será na assinatura da Escritura Pública de Compra e Venda, sendo a segunda parcela no momento de registo do documento em cartório. 

O imóvel será arrendado para o próprio vendedor, neste caso, o Grupo Führ. A venda está dentro da tese de investimento chamada de Sale & LeaseBack. Ou seja, o vendedor torna-se inquilino do fundo (comprador do imóvel). 

Desta forma, o contrato de locação será pelo prazo de 10 anos, ao qual será oferecida à vendedora a opção de compra da propriedade ao longo do contrato de arrendamento. 

Pelo estudo feito, a gestão estima que o impacto do arrendamento nas receitas do fundo é de aproximadamente R$ 0,30 ao ano por cota. 

O FII Riza Terrax tem como principal objetivo gerar retorno para os investidores no longo prazo através do arrendamento, compra e venda de propriedades agrícolas em 3 diferentes estratégias, Sale&Leaseback, Buy to Lease e Land Equity. 

O fundo tem foco no território nacional, com atuação nas regiões consolidadas de produção de grãos e fibras.