DIVS11 mantém piso e paga R$ 1,20 por cota em fevereiro; veja quem recebe

DIVS11 mantém piso e paga R$ 1,20 por cota em fevereiro; veja quem recebe
FI-Infra. Foto: Unsplash

O FI-Infra DIVS11, sob gestão da Sparta, anunciou o pagamento de R$ 1,20 por cota em dividendos para fevereiro de 2026, com data-base em 30 de janeira. A data de distribuição está prevista para 13 de fevereiro. O total de rendimentos distribuídos na competência soma R$ 3,33 milhões, reforçando a consistência do fluxo ao cotista.

Com base na cotação de fechamento de R$ 104,75 em 30 de janeiro, o provento corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 1,15%. A gestora confirmou a manutenção do piso de distribuição mensal em R$ 1,20 por cota ao longo de 2026, alinhado à estratégia de geração de caixa e ao cenário de juros prospectivo.

Em 2025, o DIVS11 entregou rentabilidade de 16,0%, superando o IDkA IPCA 5A, que avançou 13,0%, e a própria meta de IPCA 5A + 2,0%, ao alcançar IPCA 5A + 2,6%. A performance foi impulsionada pela gestão ativa, com táticas oportunas em um ambiente de spreads comprimidos e menor assimetria nas novas emissões. A atribuição de performance indica contribuição relevante de decisões de alocação e rotação de carteira.

FI-infra: estratégia e carteira do DIVS11 em 2026

Em dezembro, o portfólio recebeu três novos emissores — Helexia SBH4, Cerradinho e Colombo — e ajustes alinhados à abordagem ativa. O spread de crédito foi mantido em 0,2% ao ano, a duration subiu para 1,7 ano e o caixa recuou para 7,1%. O carrego encerrou o mês em IPCA + 7,9%, com gestão voltada ao equilíbrio entre risco e retorno em instrumentos de infraestrutura.

O mercado de debêntures incentivadas seguiu desafiador: após dois meses de abertura, dezembro viu leve compressão de spreads, enquanto fundos abertos hedgeados mantiveram carrego médio abaixo do CDI, acumulando três meses de performance inferior ao benchmark.

Apesar da entrada líquida de R$ 5 bilhões na categoria, o fluxo concentrado em novos fundos tende a diluir a pressão compradora no primeiro semestre de 2026.

Qual o guidance para este ano?

Para 2026, a Sparta adota postura conservadora, priorizando ativos com relação risco-retorno atrativa e evitando prêmios excessivamente comprimidos. A manutenção do piso de rendimentos em R$ 1,20 por cota reforça a disciplina distributiva e a aderência à meta de retorno no contexto de juros projetados.

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