SNCI11 pagará dividendos com retorno de 1,12% em março; veja valor
O fundo imobiliário SNCI11 anunciou a distribuição de R$ 1,00 por cota em dividendos referentes ao resultado de fevereiro de 2026.
Terão direito ao pagamento os investidores posicionados no fundo até a data-base de 13 de março de 2026.
O pagamento dos rendimentos está previsto para 25 de março de 2026, conforme comunicado divulgado ao mercado.
Considerando o preço de fechamento de fevereiro de R$ 88,99, o provento corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 1,12%.
Assim como ocorre com outros fundos imobiliários listados na bolsa, os dividendos pagos pelo SNCI11 são isentos de imposto de renda para investidores pessoa física, respeitadas as regras previstas na legislação.
SNCI11 entrega 25,84% em 12 meses
O fundo imobiliário (FII) SNCI11 iniciou 2026 apresentando desempenho competitivo frente aos pares do segmento de crédito. Em janeiro, o fundo registrou rentabilidade ajustada de 5,96%, superando o IFIX no período (2,27%) e também os principais fundos comparáveis (3,40%).
No acumulado de 12 meses, a performance atinge 25,84%, levemente abaixo do IFIX (27,82%), mas acima do IFIX Papel (24,32%) e da média dos pares (25,33%).
A recuperação recente das cotas ocorre após meses marcados por eventos de crédito que impactaram a precificação do fundo ao longo de 2025. Segundo a gestão, a melhora dos últimos três meses — período em que o SNCI11 acumulou 14,24% de valorização.
Rentabilidade do FII
No campo patrimonial, o fundo apresentou rentabilidade ajustada de 0,57% no mês, em linha com os pares (0,64%). O valor patrimonial por cota, após a distribuição, avançou para R$ 98,73, enquanto o P/VP encerrou janeiro em 0,90, ainda abaixo da paridade, mas em trajetória de recuperação.
Em termos operacionais, o resultado do fundo em janeiro foi de R$ 3,94 milhões, permitindo a manutenção da distribuição de R$ 1,00 por cota, dentro do guidance estabelecido entre R$ 1,00 e R$ 1,10 para o primeiro trimestre de 2026. O spread de crédito se recuperou para 3,57% no mês, impulsionado por novas alocações e pelo avanço nas ações de recuperação de crédito.