VRTM11 anuncia dividendos com yield de 1,22% para janeiro; saiba mais
O fundo imobiliário VRTM11 comunicou a distribuição de R$ 0,09 por cota em dividendos, com direito aos investidores posicionados na data-base de 30 de dezembro de 2025.

O pagamento ocorrerá em 15 de janeiro de 2026. Vale ressalta que os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoa física.
O valor representa um dividend yield de cerca de 1,22%, considerando o preço atual da cota (30 de dezembro).
O fundo adota uma estratégia multiestratégia, combinando CRIs, imóveis diretos e participações em outros FIIs.
VRTM11: fundo imobiliário registra lucro de R$ 4 mi
O fundo imobiliário registrou um mês movimentado em outubro, com novas aquisições, liberações de obra, recompras e ajustes estratégicos na carteira de fundos imobiliários.
O resultado contábil do período somou R$ 4,18 milhões, enquanto o dividend yield mensal atingiu 1,29%, equivalente a 119% do CDI considerando o “gross up” de 15%.
No portfólio de imóveis diretos, o fundo assinou a aquisição de seis unidades na planta do empreendimento Habitat Libertà, em Goiás, totalizando R$ 4,2 milhões em novos compromissos. Também foram realizadas liberações previstas em nove obras, somando aproximadamente R$ 4,7 milhões.
Houve ainda a recompra de uma unidade do empreendimento “Gibran Saraiva Rezende”, no valor de R$ 638 mil. Já no projeto “Alpha Houses I”, em Barueri (SP), segue em andamento o processo de escrituração de três unidades, que podem gerar entre R$ 150 mil e R$ 200 mil de ganho por unidade quando forem vendidas a mercado.
Carteira do VRTM11 privilegia operações estruturadas
Segundo a gestão, os recursos provenientes dos desinvestimentos continuam sendo direcionados para operações estruturadas e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), estratégia central do fundo em 2025. Hoje, a carteira está distribuída entre imóveis diretos, FIIs e CRIs, com apenas 5% do patrimônio líquido em caixa.
O desconto patrimonial do VRTM11 chamou atenção no fechamento de outubro. Com cota a R$ 6,97, o fundo opera a 0,75 vez o valor patrimonial, o que indica uma assimetria relevante frente aos ativos em carteira.
A equipe lembra ainda que os imóveis diretos conferem ao fundo um “kicker”: caso todas as unidades passíveis de recompra fossem efetivamente recompradas, o impacto positivo estimado seria de R$ 0,09 por cota.