Fundo imobiliário tem lucro de quase R$ 20 mi e paga dividendos de 1,26% ao mês

O fundo imobiliário RZTR11 divulgou um novo lucro milionário e pagou dividendos com retorno de 1,26% ao mês. Confira valores.

Fundo imobiliário tem lucro de quase R$ 20 mi e paga dividendos de 1,26% ao mês
SNID11 paga dividendos recordes nesta sexta (23). Foto: Freepik

Em janeiro, o fundo imobiliário RZTR11 alcançou um resultado líquido de R$ 19,988 milhões, com receitas totais de R$ 21,814 milhões e despesas de R$ 1,826 milhão.

No dia 7 deste mês, o RZTR11 distribuiu dividendos de R$ 1,05 por cota, referente aos rendimentos de janeiro, o que corresponde a um dividend yield de 1,26%.

Durante o mês de janeiro, o valor da cota do RZTR11 no mercado secundário oscilou entre R$ 86,26 e R$ 83,50, o que representa um retorno bruto negativo de 1,95%.

Em relação às propriedades agrícolas, o fundo segue em busca de compradores com a Fazenda Clarão da Lua, com 5.000 hectares úteis, e com o primeiro grupo de terras da San Francisco, que totalizam 4.000 hectares. Os dois imóveis tiveram uma negociação interrompida, e o objetivo da gestão é encontrar compradores para essas propriedades, visando gerar lucro com a venda e aumentar potencialmente os dividendos do RZTR11.

Mesmo com a recente alta na taxa básica de juros, que está em 13,25% ao ano, as operações de Sale & Leaseback e Buy to Lease ainda mantêm boa atratividade, segundo a visão da Riza, gestora do fundo. A taxa média de rendimento dessas operações é de 15,24% ao ano.

A gestão do FII RZTR11 esteve presente em visitas a seis propriedades do portfólio, localizadas nos estados de Mato Grosso, Goiás e Maranhão. Nessas visitas, foram observados “excelentes resultados em todas as propriedades, bem como entusiasmo por parte dos arrendatários”.

RZTR11 traz detalhes sobre o acompanhamento de safra

No Mato Grosso, o processo de colheita da soja está avançando, juntamente com o plantio de algodão e milho safrinha, embora as chuvas constantes tenham atrasado algumas atividades.

No estado de Goiás, a gestão explica que o cenário é semelhante ao do Mato Grosso, com boas colheitas, mas com a chuva interferindo na colheita, mesmo sem prejudicar a produtividade ou a janela de plantio para a segunda safra.

Já no Sul, a menor quantidade de chuvas permitiu que as atividades no campo avançassem. As condições climáticas no Norte e Nordeste são mais diversas. Na Bahia e no Tocantins, as lavouras estão se desenvolvendo bem, com a colheita já em andamento nas áreas irrigadas e a dessecação acontecendo por todo o estado.

No Maranhão, a gestão do fundo imobiliário RZTR11 diz que a colheita já começou nas propriedades próximas a Balsas, e no Piauí, mesmo com chuvas irregulares no início da safra, as lavouras têm mostrado bom desempenho.

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