O fundo imobiliário MCRE11 manteve em R$ 0,11 por cota o valor distribuído aos investidores em dividendos, repetindo pelo 13º mês consecutivo o mesmo nível de proventos. 

O pagamento de dividendos do MCRE11, isento de imposto de renda para pessoas físicas, será realizado conforme o cronograma informado pelo fundo, ou seja, no dia 25 de fevereiro, aos investidores posicionados no FII até o dia 18 de fevereiro.

Considerando o preço de fechamento de janeiro, de R$ 9,79, a distribuição corresponde a um dividend yield mensal de 1,12%.

O fundo MCRE11 opera sob um mandato de multiestratégia, combinando diferentes classes de ativos. 

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Uma parcela relevante está alocada em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que geram fluxo mensal de juros e sustentam os dividendos recorrentes. 

Outra parte do portfólio concentra-se em ativos estruturados e participações imobiliárias com foco em valorização, cujo retorno tende a ser capturado ao longo do tempo.

No segmento de crédito, a carteira segue adimplente. Segundo a gestão do fundo imobiliário MCRE11, 100% dos CRIs permanecem em dia, e todas as parcelas com vencimento até a data de divulgação do último relatório, referentes a janeiro de 2026, já foram quitadas.  

Venda de ativos ao TRXF11 gera ganho de R$ 25 milhões ao MCRE11

Entre os eventos da carteira, o fundo concluiu a venda de quatro lojas de varejo (supermercados) localizadas em São Paulo ao TRXF11. 

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Os imóveis haviam sido adquiridos ainda em fase de desenvolvimento, no modelo Built-To-Suit (BTS), e foram vendidos após a entrega das obras e início das operações. 

A operação foi estruturada por meio do recebimento de cotas do TRXF11, entregues ao FII MCRE11 a valor patrimonial.

A transação resultou em um ganho de capital estimado em cerca de R$ 25 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 0,23 por cota. 

Esse montante será incorporado ao valor patrimonial no próximo fechamento contábil e passará a compor o resultado distribuível conforme as cotas recebidas forem efetivamente vendidas.

Para os próximos anos, a gestão do MCRE11 projeta que a liquidação dos ativos estruturados e do imóvel remanescente poderá gerar aproximadamente R$ 248 milhões adicionais em caixa ao longo de um horizonte de cinco anos.