SNID11 acumula mais de 66% de retorno total e mantém dividendos estáveis

SNID11 acumula mais de 66% de retorno total e mantém dividendos estáveis
FI-Infra. Foto: Pixabay

O fundo de infraestrutura (FI-Infra) SNID11 manteve, em janeiro, uma postura mais conservadora, com gestão passiva da carteira enquanto aguarda melhores oportunidades para novas alocações ou giro de ativos

No período, os spreads das debêntures incentivadas recuaram cerca de 45 pontos-base, movimento atribuído principalmente ao enquadramento dos fundos do setor à exigência regulatória de manter ao menos 85% do patrimônio líquido investido em ativos incentivados.

Esse ajuste técnico no mercado contribuiu para a compressão de taxas, ao elevar a demanda por esses papéis e impactar diretamente as oportunidades de alocação no curto prazo.

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Mesmo nesse cenário, o fundo manteve a consistência na distribuição de rendimentos, anunciando R$ 0,13 por cota em fevereiro, o quarto mês consecutivo nesse patamar.

FI-Infra SNID11 supera benchmarks e mantém retorno acima do CDI

Desde o início de suas operações, o SNID11 acumula retorno total de 66,2% na cota a mercado, considerando o reinvestimento dos rendimentos, e de 53,8% na cota patrimonial.

O resultado supera os principais indicadores de referência líquidos de imposto de renda, como CDI (36,6%), IPCA + IMA-B (32,4%), IDA-DI (42,4%) e IDA-IPCA Infraestrutura (44,4%).

No mês de janeiro, o fundo apresentou volume financeiro de R$ 3,9 milhões, com média diária de negociação de R$ 188 mil.

Qual a rentabilidade do FI-Infra

Em termos de rentabilidade, o carrego líquido foi equivalente a 108,1% do CDI no período, chegando a 139,5% do CDI — ou CDI + 5,6% — quando considerado o gross-up.

Já em fevereiro, a distribuição de R$ 0,13 por cota resultou em um dividend yield anualizado de 14,88%. Nos últimos 12 meses, o fundo entregou retorno de 13,06% com base na cota de mercado e de 14,02% considerando a cota patrimonial.

Guidance do SNID11

O FI-Infra elevou o guidance de rendimentos para o primeiro semestre de 2026, projetando faixa entre R$ 0,12 e R$ 0,15 por cota.

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foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

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