PSEC11 vende mais de R$ 140 milhões em FIIs e explica estratégia atual

PSEC11 vende mais de R$ 140 milhões em FIIs e explica estratégia atual
PSEC11 vende mais de R$ 140 milhões em FIIs e explica estratégia atual

O fundo imobiliário PSEC11 apurou resultado distribuível de R$ 10,822 milhões em março, sustentado por receita de R$ 3,433 milhões e despesas totais de aproximadamente R$ 839 mil.

O principal movimento do período foi de reciclagem de portfólio. Ao longo de março, a gestão do PSEC11 vendeu mais de R$ 140 milhões em cotas de fundos imobiliários, montante equivalente a cerca de 10% do patrimônio líquido. 

Essas alienações geraram impacto negativo de R$ 0,05 por cota, mas parte relevante desse efeito foi compensada por receitas extraordinárias provenientes da carteira de CRIs, fazendo com que o impacto líquido negativo no resultado mensal fosse reduzido para apenas R$ 0,01 por cota.

No mercado, o fundo imobiliário PSEC11 teve desempenho mais fraco em março, com queda de 1,3%. 

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No acumulado de 2026 até março, a desvalorização é de 1,1%. Ainda assim, desde sua criação, o fundo acumula retorno de 20%, equivalente a uma performance anualizada de 3%. 

Em termos de distribuição, o dividend yield anualizado apurado em março ficou em 10,4% sobre a cota patrimonial e 12,6% considerando a cotação de fechamento em bolsa.

Movimentações do fundo PSEC11

Além da redução de exposição em FIIs listados considerados não estratégicos, o FII PSEC11 avançou no “enxugamento” da carteira. Mais nove posições foram eliminadas em março, levando o número de FIIs investidos para 83. 

O processo começou com 118 posições e a meta da gestão é encerrar 2026 com uma carteira entre 40 e 50 fundos, tornando a alocação mais eficiente e seletiva.

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Nos últimos meses, o fundo vinha utilizando parte da reserva acumulada para sustentar distribuições de R$ 0,65 por cota, acima do resultado recorrente, hoje estimado em torno de R$ 0,60 por cota. 

Diante da fase mais intensa de rotação da carteira, a gestão do fundo PSEC11 decidiu ajustar temporariamente o dividendo para R$ 0,55 por cota, patamar que deverá ser mantido ao menos até junho de 2026.

A tese central do fundo está cada vez mais concentrada em crédito imobiliário. A gestão projeta elevar a exposição a CRIs para algo entre 40% e 50% do patrimônio até o final do ano.

Hoje, a composição patrimonial ainda reflete essa fase intermediária de migração. A carteira do PSEC11 está distribuída entre 43% em FIIs líquidos, 33% em FIIs de private placement, 16% em CRIs e 8,2% em caixa e equivalentes. 

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