SNFZ11 está em região que deve produzir mais de 51 milhões de toneladas de milho
A perspectiva positiva para a segunda safra de milho no Mato Grosso tem reforçado a tese de investimento do SNFZ11, fiagro que possui propriedades agrícolas em uma das regiões mais estratégicas para a produção de grãos do país.
Apesar dos impactos da seca sobre lavouras em Goiás, o avanço da produtividade no principal estado produtor de milho do Brasil tem compensado parte das perdas registradas em outras áreas.
Levantamento da StoneX aponta que a segunda safra de milho brasileira de 2025/26 deverá alcançar cerca de 106 milhões de toneladas.
Embora o volume represente uma queda anual de 5,4%, a revisão positiva para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ajudou a sustentar as projeções nacionais diante dos problemas climáticos enfrentados em Goiás.
No Mato Grosso, a expectativa de produtividade foi elevada pela consultoria, levando a estimativa de produção para aproximadamente 51,3 milhões de toneladas. O estado permanece como o principal polo produtor de milho do país e concentra grande parte da expansão da chamada safrinha, modelo de cultivo realizado após a colheita da soja.
O cenário ganha relevância para o SNFZ11, que possui três fazendas localizadas em Gaúcha do Norte (MT), município inserido em uma das fronteiras agrícolas mais importantes do país. A região se destaca justamente pela integração entre soja e milho safrinha, sistema que permite maior aproveitamento das áreas cultivadas e potencializa a geração de receitas ao longo do ano.
Além do milho, a safra recorde de soja também contribui para fortalecer o ambiente operacional das propriedades agrícolas da região. A produção brasileira da oleaginosa foi revisada para 181,8 milhões de toneladas, consolidando um novo recorde e ampliando as oportunidades para o modelo de sucessão entre soja e milho adotado em grande parte das fazendas mato-grossenses.
Fazendas do SNFZ11 estão posicionadas no principal polo da segunda safra brasileira
A estratégia do SNFZ11 está diretamente ligada ao potencial produtivo das áreas agrícolas em Mato Grosso. O fundo combina a valorização das terras com a geração recorrente de renda proveniente da atividade agropecuária, aproveitando o dinamismo de uma região que concentra boa parte do crescimento da produção nacional de grãos.
Segundo a gestora, a diversificação entre soja, milho e outras culturas contribui para reduzir a volatilidade operacional e ampliar as fontes de receita do veículo. No caso do milho safrinha, o potencial vai além das exportações, já que o cereal abastece segmentos fundamentais da economia, como produção de proteína animal, fabricação de ração e etanol de milho.
A relevância da segunda safra para o agronegócio brasileiro vem crescendo de forma consistente nas últimas décadas. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento indicam que o milho safrinha já responde por cerca de 75% de toda a produção nacional do cereal, tornando-se o principal motor do mercado brasileiro de milho.
O avanço tecnológico, a melhoria genética das sementes e a expansão do plantio direto permitiram que o sistema ganhasse eficiência e escala, aumentando a produtividade e a utilização das áreas agrícolas ao longo do ano. Como resultado, produtores conseguem diluir custos, elevar receitas e reduzir riscos ligados à sazonalidade das culturas.
Qual a tese do SNFZ11?
Nesse contexto, as propriedades do SNFZ11 em Gaúcha do Norte estão inseridas em uma das regiões mais beneficiadas pela expansão da safrinha. O fundo ainda conta com contratos que garantem participação direta na produção agrícola, como a operação firmada com a Jequitibá Agro, que assegura aproximadamente 25% da safra produzida nas áreas vinculadas ao acordo.
A combinação entre valorização fundiária, produção agrícola e exposição ao crescimento do milho safrinha sustenta a tese de longo prazo do veículo, que já reúne cerca de 13 mil cotistas.