SNEL11 movimenta R$ 4,86 mi em máxima histórica e acumula alta de 13,4% nos 12 meses

SNEL11 movimenta R$ 4,86 mi em máxima histórica e acumula alta de 13,4% nos 12 meses
SNEL11 movimenta R$ 4,86 mi em máxima histórica .Foto: Freepik

O SNEL11, fundo imobiliário voltado à geração de energia limpa, encerrou o pregão cotado a R$ 8,27 por cota, com alta de 0,24% em relação ao fechamento anterior, de R$ 8,25.

Além da valorização da cota, o fundo registrou liquidez de R$ 4,86 milhões na sessão, com aproximadamente 586 mil cotas negociadas em 5,37 mil negócios. O volume reforça a movimentação do ativo no mercado secundário.

Durante o pregão, o SNEL11 oscilou entre R$ 8,25 e R$ 8,37, enquanto abriu a sessão a R$ 8,31. No acumulado dos últimos sete dias, a cota registra alta de 1,72%, e nos últimos 30 dias, avanço de 1,34%.

No acumulado de 2026, o fundo apresenta valorização de 7,44%. Já considerando os últimos 12 meses, o ganho chega a 13,41%, mostrando desempenho positivo tanto no curto quanto no longo prazo.

O movimento desta sessão ocorre em meio à expansão do fundo no segmento de geração distribuída de energia solar. A estratégia do SNEL11 busca exposição a ativos de geração de energia limpa, segmento que vem ganhando espaço na matriz elétrica brasileira.

SNEL11 avança para 125 mil cotistas após triplicar base em um ano

O FII SNEL11 alcançou a marca de 125 mil cotistas, reforçando o crescimento da base de investidores ao longo do último ano.

Há 12 meses, o fundo contava com 37.520 investidores. Desde então, o número avançou para 125 mil, um crescimento de aproximadamente 233,5% — ou seja, a base de cotistas mais do que triplicou no período.

O avanço significa a entrada de cerca de 87,5 mil novos investidores no fundo em um intervalo de 12 meses. O movimento ocorre em meio à expansão do interesse por ativos ligados ao setor de energia e por veículos que oferecem exposição à geração de renda no segmento.

Últimos dividendos do FII

O fundo imobiliário SNEL11 pagou na última terça-feira (25) R$ 0,10 por cota em proventos aos investidores. O pagamento contempla os cotistas que mantinham posição no fundo na data-base de 14 de agosto de 2026.

Considerando o fechamento de julho, de R$ 8,34, o rendimento corresponde a um dividend yield de 1,20% sobre a cotação de mercado.

O fundo mantém, assim, a distribuição de R$ 0,10 por cota, patamar observado nos meses anteriores. Os rendimentos pagos a pessoas físicas são isentos de Imposto de Renda, desde que cumpridos os requisitos previstos na legislação.

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foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

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