O Fundo de Investimento Imobiliário Autonomy Edifícios Corporativos (AIEC11), administrado pela Modal DTVM, divulgou nesta quinta-feira (4) o seu relatório gerencial do mês de fevereiro, descrevendo os resultados e rendimentos mensais, assim como, a atualização de seu portfólio.

Entre os destaques do mês de fevereiro, a gestora do AIEC11, Autonomy Investimentos, ressaltou a alta do IFIX em 0,24%,  fazendo com que acumulasse uma valorização de 0,56% no ano de 2021. Além disso, o fundo tem 100% de receita contratada até, pelo menos, 2025.

Destacou-se também que o AIEC11 apresenta um ótimo fluxo de dividendos no curto e médio prazo, podendo, ainda, beneficiar-se da melhora do segmento corporativo no médio/longo prazo. O fundo tem um Dividend Yield anualizado de 7,35%.

Portfólio do AIEC11

O portfólio do Autonomy Edifícios Corporativos tem 0% de vacância. As receitas de contratos de locação de ativos vêm de 100% de dois lugares diferentes.

  • Rochaverá Torre D - 73%;
  • Standard - 27%.

O complexo Rochaverá, desenvolvido pelo AIEC11, inaugurado em 2008, possui referência de qualidade, ditando tendências tecnológicas e também de sustentabilidade para o mercado imobiliário. Além disso, ele é pioneiro na busca de total integração do terreno com o entorno.

A união de três gestoras renomadas de fundos imobiliários fechou a compra das torres A e B, também chamadas de Marble e Ebony, do complexo Rochaverá, desenvolvido pelo Autonomy Edifícios Corporativos. O valor da compra foi de R$1,255 bilhão.

Além disso, a gestora do fundo é responsável pela Torre C, a Crystal, gestão realizada através de um fundo privado e pela Torre D, Diamond, que faz parte da carteira da AIEC11. A transação das torres A e B representa um cap rate de 7,25%, incluindo uma Renda Mínima Garantida (RMG) de R$133,77 m² durante 3 anos.

O Autonomy Edifícios Corporativos vendeu essas duas torres para um consórcio estrangeiro em 2012, aproximadamente 4 anos depois de ter desenvolvido-as no ano de 2008.

Rendimentos do AIEC11

O total de receitas de aluguel do AIEC11 no mês de fevereiro chegou a quase R$3,09 milhões. As despesas mensais totalizaram R$150 mil. Os dividendos distribuídos em fevereiro foram de quase R$2,75 milhões, com uma reserva de caixa de R$194 mil.

A distribuição de dividendos em fevereiro do Autonomy Edifícios Corporativos foi de R$0,57 por cota, gerando um dividend yield de 6,84% , considerando a cota da primeira emissão e 7,35% se considerarmos a cota de 26 de fevereiro.

Resultados do AIEC11

O AIEC11 afirma que o desconto sobre a taxa de administração do fundo, concedido na época da primeira emissão, será reduzido. A taxa do gestor passará de 0,15% para 0,30%. Considerando a parcela do administrador de mais 0,15%, o total é de 0,45%. Em março de 2022, a taxa do gestor será de 0,60%, gerando um total de 0,75% ao ano.

Considerando o valor de mercado do Autonomy Edifícios Corporativos no dia 26 de fevereiro e o encerrando da primeira emissão de cotas em 8 de setembro de 2020, a rentabilidade bruta do fundo estava negativa em 4,19%, enquanto no mesmo período o IFIX variou positivamente em 3,59% e o CDI líquido rentabiliza 0,75%.

Além disso, o volume diário do AIEC11 no mercado secundário foi de R$419,9 mil no mês de fevereiro. Considerando o período desde o início das negociações do fundo no dia 16 de outubro de 2020, esse volume diário é de R$497,3 mil.

Com 100% de presença nos pregões, o Autonomy Edifícios Corporativos registrou 699 negócios, equivalente a um montante total negociado de quase R$7,47 milhões.

AIEC11 divulga resultados e rendimentos de fevereiro em relatório

Em 31 de dezembro de 2021, o número de cotistas era de 2.801. Até dia 26 de fevereiro de 2021, registou-se a marca de 2.895, aumento de 3,4% no ano. O valor de mercado do AIEC11 é de R$448,72 milhões, equivalente a R$93,00 por cota.

Em suma, o valor patrimonial do AIEC11 é de quase R$483,15 milhões. Com mais de 4,82 milhões de cotas emitidas pelo fundo até então, o que resulta no valor patrimonial por cota de R$100,13.