RZTR11, SNAG11, IBBP11 e OIAG11 são destaques do Bom Dia FIIs (9/2)

RZTR11, SNAG11, IBBP11 e OIAG11 são destaques do Bom Dia FIIs (9/2)
RZTR11, SNAG11, IBBP11 e OIAG11 são destaques do Bom Dia FIIs (9/2) - Foto: Pixabay

Os fundos RTZR11, SNAG11, IBBP11 e OIAG11 são destaques do Bom Dia FIIs desta segunda-feira (9). Na sexta-feira (6), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.847,06 pontos, com variação negativa de 0,62 ponto, o que representa uma queda de 0,016% em relação ao fechamento anterior.

No comparativo semanal, o IFIX acumulou perda de 13,93 pontos na semana, o que corresponde a uma queda de 0,36% entre os dois fechamentos semanais. Esta foi a primeira semana do ano em que o índice de fundos imobiliários fechou com desvalorização em relação à semana anterior.

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RZTR11 paga dividendos de 1,02% ao mês; veja resultados do semestre
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IBBP11 divulga rendimentos e entrega yield mensal de 0,84%; veja detalhes
OIAG11 aplica quase R$ 7 mi em ativos com retorno CDI+4%

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

RZTR11 paga dividendos de 1,02% ao mês; veja resultados do semestre

O fundo imobiliário RZTR11 divulgou um novo relatório gerencial, referente a dezembro, anunciando um resultado de R$ 112,972 milhões no segundo semestre de 2025, ficando um pouco abaixo do acumulado durante o primeiro semestre do mesmo ano, que tinha sido de R$ 119,075 milhões.

As receitas do segundo semestre somaram R$ 125,813 milhões, enquanto as despesas totalizaram R$ 12,841 milhões. Os rendimentos distribuídos aos cotistas do RZTR11 durante o período foi de R$ 6,00 por cota. Referente a dezembro de 2025, o pagamento de dividendos divulgado pelo FII foi de R$ 1,00 por cota, o que representou um dividend yield de 1,02% no período. 

A movimentação das cotas no mercado secundário trouxe uma valorização de R$ 96,66 para R$ 97,99 ao longo do mês. Considerando rendimentos do RZTR11 e variação patrimonial, o retorno bruto total no período foi de 2,44%.

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SNAG11 ultrapassa 120 mil cotistas com carteira média de CDI+2,4%

O fiagro SNAG11 finalizou o mês dezembro mantendo a estratégia de ganho de spread com uma alocação tática no mercado secundário. O fundo distribuiu R$ 0,13 por cota, patamar que, considerando a cota de mercado, implica dividend yield anualizado próximo de 15%.

Segundo João Victor Franzin, membro do time de gestão da Suno Asset, o resultado reflete a combinação entre carrego elevado e disciplina de crédito. “Mantivemos os 13 centavos por cota e seguimos, como desde o início da história do SNAG, com zero inadimplência”, afirmou.

A carteira apresentou remuneração média de CDI + 2,4%, enquanto a base de investidores ultrapassou 120 mil cotistas. O desempenho veio acompanhado de estabilidade operacional. Todos os ativos permaneceram adimplentes, sem sinais de deterioração de crédito. “Todos os devedores seguiram pagando corretamente, dentro do que foi estipulado em contrato”, disse Franzin, ao comentar a fotografia de risco do portfólio no período.

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Suno unifica operações e mira R$ 10 bilhões em 2026

O Grupo Suno iniciou 2026 com uma reestruturação estratégica nas operações de atendimento ao investidor. A casa unificou as frentes de assessoria de investimentos, consultoria e wealth em uma única unidade de negócios: a Suno Consultoria.

Com a mudança, a Suno passa a concentrar cerca de R$ 6 bilhões sob aconselhamento e mira atingir R$ 10 bilhões até o fim de 2026.

IBBP11 divulga rendimentos e entrega yield mensal de 0,84%; veja detalhes

fundo imobiliário IBBP11 anunciou a distribuição de R$ 0,0736 por cota, com data-base em 6 de fevereiro de 2026 e pagamento previsto para 18 de fevereiro.

Considerando o preço de fechamento da cota em R$ 8,73, o provento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 0,84% no período. Como ocorre com os fundos imobiliários listados na B3, os rendimentos distribuídos pelo IBBP11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.

A valorização patrimonial acumulada de 44,7% desde o início do fundo imobiliário colocou o IBBP11 em destaque ao longo de 2025. O desempenho reflete a reavaliação positiva dos ativos a valor de mercado. Somente em 2025, a reavaliação dos ativos resultou em um retorno total de 18,5%.

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OIAG11 aplica quase R$ 7 mi em ativos com retorno CDI+4%

O Fiagro OIAG11 fez dezembro ajustes no portfólio. Ao longo do mês, o fundo direcionou novos recursos para dois Fiagros estruturados em recebíveis pulverizados.

Foram adquiridos R$ 4,2 milhões em cotas sênior do Spaço Agrícola Fiagro, com rentabilidade de CDI + 4,0% e vencimento em junho de 2028, lastreado em recebíveis cedidos pelo Grupo Spaço Agrícola. Além disso, o OIAG11 investiu R$ 2,5 milhões em cotas sênior do Florindo Agro Fiagro, com retorno de CDI + 3,5% e vencimento em dezembro de 2028, estruturado a partir de créditos pulverizados dos grupos Sansão e Florindo.

Na outra ponta, o fundo realizou a venda de cerca de R$ 3 milhões em cotas sênior do Fiagro Ponto Rural, movimento que, segundo a gestão, teve como objetivo aumentar a diversificação da carteira e elevar o rendimento médio dos ativos. O mês também contou com o vencimento e pagamento do CRA Coruripe, contribuindo para a recomposição de caixa.

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Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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