TGAR11, RCRB11 e IBBP11 são destaques do Bom Dia FIIs (13/3)

TGAR11, RCRB11 e IBBP11 são destaques do Bom Dia FIIs (13/3)
TGAR11, RCRB11 e IBBP11 são destaques do Bom Dia FIIs (13/3) - Foto: Pexels

Os fundos TGAR11, RCRB11 e IBBP11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta sexta-feira (13). Na quinta-feira (12), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão ao 3.865,94 pontos, com queda de 0,2%, o que significa um recuo de 7,65 pontos em relação ao fechamento anterior, que havia sido de 3.873,59 pontos.

Durante o pregão, o índice de fundos imobiliários chegou à máxima de 3.878,61 pontos, após abrir o dia em 3.873,60 pontos. Ao longo da sessão, no entanto, o indicador passou a operar em território negativo. Na mínima do dia, o IFIX atingiu 3.865,09 pontos, nível próximo ao fechamento da sessão.

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Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

TGAR11 lucra R$ 14,5 milhões e registra valorização patrimonial

O fundo imobiliário TGAR11 registrou em janeiro um resultado de R$ 14,5 milhões, impulsionado principalmente pelo desempenho das operações ligadas ao segmento de equity, que respondeu por 92,59% das receitas do período, segundo relatório gerencial divulgado pela gestão.

Durante o mês, o fundo realizou a distribuição de R$ 0,71 por cota aos investidores. O valor corresponde a um dividend yield mensal de 0,91%, ou 11,45% anualizado. Considerando os últimos 12 meses, o TGAR11 acumulou R$ 11,71 por cota em rendimentos, o equivalente a um yield de 14,40% no período.

Em termos patrimoniais, o fundo também registrou avanço relevante no fim de 2025. Em dezembro, as investidas foram reavaliadas pelo método de equivalência patrimonial, resultando em valorização de 5,52% no patrimônio líquido do fundo. Com isso, o valor patrimonial por cota passou a R$ 113,64.

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RCRB11: um dos FIIs mais antigos da B3 chega a 26 anos com 24 mil cotistas

RCRB11 (Rio Bravo Renda Corporativa) completou 26 anos em janeiro. Criado em 12 de janeiro de 2000, o fundo imobiliário reúne atualmente mais de 24 mil cotistas, segundo dados do relatório gerencial mais recente divulgado pela gestão. O fundo imobiliário é voltado principalmente para investimentos em imóveis corporativos, com foco em lajes de escritórios e conjuntos comerciais localizados em grandes centros urbanos.

De acordo com o relatório gerencial mais recente, o fundo possui patrimônio líquido de aproximadamente R$ 735,9 milhões e é administrado e gerido pela Rio Bravo Investimentos. A estratégia do fundo envolve gestão ativa do portfólio, com participações relevantes ou majoritárias nos empreendimentos e foco na valorização dos ativos imobiliários.

Segundo a gestão, a tese de investimento inclui a aquisição de ativos com potencial de valorização e oportunidades relacionadas à absorção de vacância, além da atuação na gestão patrimonial dos imóveis. Esse modelo envolve decisões estratégicas relacionadas à administração dos ativos e à gestão do portfólio imobiliário.

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IBBP11 mantém 100% de ocupação e lucra com R$ 5,5 mi em fevereiro

fundo imobiliário IBBP11 (Brazilian Business Park FII) divulgou atualizações referentes ao mês de fevereiro de 2026, mantendo sua estratégia de geração de renda e avanço em iniciativas de reorganização de portfólio. No período, o fundo reportou resultado líquido de aproximadamente R$ 5,5 milhões.

Em relação à distribuição de rendimentos, o fundo anunciou R$ 0,08 por cota para a classe sênior e R$ 0,0737 por cota para a classe ordinária. Os pagamentos estão previstos para 13 de março e 16 de março, respectivamente, para investidores posicionados no fundo na data-base de 6 de março.

Segundo a gestão, a distribuição permanece alinhada ao planejamento financeiro do fundo e às projeções de geração de caixa para os próximos meses. No campo operacional, o IBBP11 manteve 100% de ocupação física e 100% de adimplência em seu portfólio, indicando estabilidade na receita proveniente dos contratos de locação.

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FII convoca cotistas para decidir venda de imóveis ao XPLG11 por R$ 287,6 milhões

XPIN11 (Invista Industrial Fundo de Investimento Imobiliário) convocou os cotistas para deliberar sobre a venda dos imóveis remanescentes de seu portfólio ao XPLG11 (XP Log Fundo de Investimento Imobiliário), em uma operação que pode chegar a R$ 287,6 milhões.

A consulta formal foi divulgada pela administradora Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, que submeteu aos cotistas a autorização para a alienação dos ativos. Caso aprovada, a venda poderá ser realizada até 17 de abril de 2026, conforme a proposta selecionada pela gestora Invista Real Estate.

De acordo com o edital de consulta, a proposta em análise prevê a venda dos imóveis remanescentes da carteira do fundo pelo valor total de R$ 287.632.802,31 ao XPLG11. Entre os ativos mencionados está o Condomínio Barão de Mauá – Módulos 5 a 9, empreendimento logístico com aproximadamente 14,3 mil m² de área bruta locável (ABL), localizado no km 87 da Rodovia Dom Pedro I, no município de Atibaia, a 64 quilômetros de São Paulo.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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