O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ quinta-feira‌ ‌(14)‌ ‌em alta de 0,17%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.732,67 pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ outubro ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ 0,62%‌ ‌e‌ -4,78%,‌ ‌respectivamente.‌

Também, o ‌‌índice‌‌ ‌‌‌‌SUNO30‌‌‌‌ ‌‌fechou‌‌ ‌‌em‌‌ 0,09%‌ ‌‌e‌‌ ‌99,01 pontos.‌‌ ‌‌Veja‌‌ ‌‌na‌‌ ‌‌tabela‌‌ ‌‌‌abaixo:‌‌ ‌ 

fechamento fiis

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

SNCI11 estreia hoje, sexta-feira (15) na B3 e pagará dividendos já em outubro

A Suno Asset, gestora do novo fundo imobiliário Suno Recebíveis Imobiliários FII (SNCI11) fará sua estreia na bolsa de valores nesta sexta-feira (15) na B3. O Grupo Suno conta com dois fundos imobiliários no mercado, sendo o SNFF11 o primeiro deles. A gestão comentou que pagará dividendos ainda em outubro aos cotistas.

De acordo com seu regulamento, o SNCI11 é um fundo imobiliário de papel que investe em títulos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). O objetivo do fundo é justamente rentabilizar seu capital com títulos de dívida imobiliária. 

Segundo seu regulamento, os títulos investidos pelo fundo possuem uma estrutura robusta, podem ter os mais diversos tipos de garantias. 

São títulos indexados à inflação ou juros mais uma taxa específica, em sua maioria, sendo uma proteção natural para movimentos de mercado e inflacionários.

A novidade do SNCI11 para seus cotistas é que todos que comprarem suas cotas em sua estreia na B3 receberão os dividendos em outubro. A gestora garante que o pagamento está agendado para o dia 25. 

De acordo com Vitor Duarte, CIO da Suno Asset, quem comprar as cotas do fundo, nesta sexta-feira, receberá R$0,78 por cota em 25 de outubro. 

A Oferta foi restrita, mas o fundo é para todos

Sua oferta inicial foi restrita a investidores qualificados. Basicamente, os clientes da Suno Wealth foram os participantes da primeira oferta do fundo. Porém, após a captação de mais de R$ 165 milhões, o fundo está disponível ao público em seu primeiro pregão na bolsa. 

“Fizemos o lançamento restrito para poder alocar capital de forma mais eficiente e para selecionar ativos de qualidade sem pressão para alocação com velocidade”, afirma Amanda Coura, a gestora responsável pelo fundo. 

Além disso, Amanda Coura destacou que os fundos de CRIs estão entre os ativos mais demandados pelo público da Suno Asset.  

O fundo imobiliário Suno Recebíveis Imobiliários realizou sua primeira emissão em junho em uma oferta com esforços restritos, com a venda de 1.668.227 de cotas. Ao valor de R$ 100 por cota, o SNCI11 movimentou R$ 166,8 milhões com a operação. 

DEVA11 já alocou parte dos recursos captados em emissão de cotas

A Devant Asset, gestora do Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), informou aos cotistas nesta última quinta-feira (14) os resultados do mês de setembro. A gestora também informou que o fundo já começou a utilizar os recursos captados em emissão de cotas. 

Em setembro, o fundo distribuiu um total de R$ 14,6 milhões em dividendos, resultando em R$ 1,33 por cota. A Devant Asset disse que o dividend yield no período foi 1,35%, remuneração equivalente a 390,58% do CDI. 

Confira abaixo os resultados:

DEVA11

A gestão lembra os cotistas que o DEVA11 possui aproximadamente 90% de sua carteira alocada em CRIs, objetivo principal do fundo. O restante está alocado em instrumentos de caixa. 

Movimentação de carteira

Os recursos advindos do período de Direito de Preferência da 5ª emissão de cotas já estão sendo alocados em novas aquisições de ativos. 

Boa parte dos empreendimentos imobiliários em carteira já estão performados, uma outra grande parcela compreende obras acima de 70%, nível que a gestão julga excelente. Confira no gráfico abaixo:

DEVA11

Todas as obras em andamento caminham em linha com a modelagem do ativo e com as expectativas da Gestão. 

A equipe gestora explicou que os ativos em fase de desenvolvimento possuem fundo de obras, ou seja, o valor necessário para finalizar a obra está reservado na conta de patrimônio separado do CRI. Isso diminui drasticamente o risco que, segundo a Devant Asset, é próximo de zero. 

Também, a gestão explicou que as operações alocadas pelo DEVA11 são muito “taylor made” feitas sob medida para cada caso, ou seja, para uma determinada carteira, o índice de inadimplência acumulado de 5% pode significar muito, já para outra, pode significar praticamente nada. 

No geral, os índices de inadimplência estão em níveis satisfatórios. Todas as operações seguem saudáveis, disse a gestão.

O Devant Recebíveis Imobiliários é um fundo imobiliário do tipo papel. Seus investimentos são direcionados para Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).