Bom‌ ‌Dia‌ ‌FIIs‌ ‌–‌ HGRE11, MXRF11, XPCM11 -‌ ‌Confira‌ ‌os‌ ‌destaques‌ ‌de‌ ‌24/05‌ ‌

Bom‌ ‌Dia‌ ‌FIIs‌ ‌–‌ HGRE11, MXRF11, XPCM11 -‌ ‌Confira‌ ‌os‌ ‌destaques‌ ‌de‌ ‌24/05‌ ‌

 ‌ ‌O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ segunda-feira‌ ‌(24)‌ ‌em queda ‌de‌ -0,04%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.802,82 ‌pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ ‌maio‌ ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ ‌-2,02%‌ ‌e‌ -2,34%,‌ ‌respectivamente.‌ ‌

 ‌Também,‌ ‌o‌ ‌índice‌ ‌‌SUNO30‌‌ ‌fechou‌ ‌em‌ baixa de -0,02%‌ ‌e‌ ‌101,96 ‌pontos.‌ ‌Veja‌ ‌na‌ ‌tabela‌ ‌abaixo:‌ 

fechamento 24-05

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

HGRE11 vende imóvel em São Paulo com “prejuízo”

A Credit Suisse, gestora do CSHG Real Estate (HGRE11), comunicou nesta segunda-feira (24) aos seus investidores por meio de fato relevante, a venda de imóvel do portfólio do fundo, localizado na cidade de São Paulo. 

Desta forma, a gestora informou que o HGRE11 assinou a Escritura de Compra e Venda para venda dos conjuntos 131 e 132 do Edifício Park Tower. A área total locável do Imóvel é de 732,24 m² e o preço total de venda é de R$ 8.786.880,00, equivalente a R$ 12.000,00/m². O valor já foi totalmente recebido pelo fundo.

Também, a Credit Suisse disse que o imóvel encontrava-se 50% vago e, no fechamento de abril de 2021, representava 0,36% da área locável do Fundo. 

O preço é 3,38% superior ao valor contábil do imóvel com base no laudo de avaliação contabilizado em dezembro de 2020, no total de R$ 8.500.000,00, e 21,77% inferior ao valor de aquisição do Imóvel. Desta forma, a venda gerou um prejuízo de R$ 2.445.516,10, o equivalente a aproximadamente R$ 0,21 por cota. 

Nessa data, o HGRE11 transferiu a posse definitiva do imóvel à compradora e, consequentemente, os direitos relativos à receita de locação, no valor mensal contratado de R$ 24.896,16. 

Assim sendo, o recurso da venda “integrará a base de cálculo da distribuição dos rendimentos do Fundo no respectivo semestre”, reforçou a gestora. 

O CSHG Real Estate é um fundo imobiliário do tipo tijolo com foco no mercado de escritórios comerciais. 

MXRF11 informa resultados e movimentação na carteira

A gestão do Maxi Renda FII (MXRF11), detalhou em seu Relatório Gerencial divulgado na segunda-feira (24), a performance do fundo no mês de abril. Desta forma, a gestora XP Asset Management publicou os resultados do FII e descreveu a movimentação de carteira do fundo. 

A gestão relatou que os rendimentos do mês foram de R$ 0,085 por cota, no total de R$ 15,52 milhões. Observe na tabela abaixo:

MXRF11

Esse resultado foi composto por operações várias operações que estão nas estratégias do MXRF, a saber:

Em relação à 7ª Emissão de Cotas, a XP Asset informou que foram emitidas 43.551.683 cotas, perfazendo o montante total de R$ 427.242.010,23. 

Movimentação da carteira de investimentos do MXRF11

No book de CRIs a gestão seguiu com a estratégia de reciclagem de portfólio, com destaques para as alienações dos CRIs GPA e FS Bioenergia. Essas operações geraram lucro de R$ 880 mil. 

Também , o MXRF11 operam na venda dos CRIs: 

Desta forma, essas operações foram no valor total de R$ 43,28 milhões. 

Já no tocante às operações de compra, durante o mês o fundo investiu: 

Em relação às permutas financeiras, o MXRF11 investiu R$ 18,38 milhões. A gestora ainda reforçou que “novos desembolsos estão previstos para os próximos meses”. 

Abaixo, observe o portfólio do fundo e a ênfase de investimentos em cada classe de ativos:

MXRF11

A XP Asset reafirma que seu time de gestão segue com uma postura mais seletiva em relação aos novos investimentos em FIIs. Desta forma, a carteira de investimentos em FIIs representa uma estratégia de alocação tática. 

Durante o mês, o MXRF11 investiu R$ 1,90 milhão no FII Rooftop (ROOF11) e a estratégia possui novas chamadas de capital nos próximos meses. A carteira de FIIs encerrou o mês de abril com saldo de R$ 50,09 milhões.

XPCM11 informa resultados e o valor a receber da Petrobras

A XP Vista Asset, gestora do XP Corporate Macaé FII (XPCM11), comunicou nesta segunda-feira (24) aos seus cotistas os resultados do fundo. No Relatório Gerencial, a gestora detalhou sobre valores da rescisão de contrato com a Petrobras.

O XP Corporate Macaé FII é um fundo imobiliário do tipo tijolo. Seu foco é auferir ganhos pela aquisição, para exploração comercial, do edifício The Corporate, localizado em Macaé, Rio de Janeiro.

Em relação ao mês de abril, foi declarada a distribuição de R$ 0,39/cota, que corresponde ao dividend yield anualizado de 11,6% em relação ao valor da cota de mercado no fechamento do mês anterior (R$ 40,43/cota): 

No últimos messes, o XPCM11 entrou em negociação da indenização no valor de R$ 2.713.082,00 referente às reformas necessárias para a entrega do imóvel pela antiga locatária, a Petrobrás. Além disso, estava em questão a multa rescisória no valor de R$ 37.117.600,73, além da quitação antecipada dos Certificados de Recebíveis Imobiliários. 

Desta forma, a multa a ser recebida foi fechada em R$ 29.751.144,91, que será paga em 6 parcelas semestrais consecutivas, sendo que a primeira delas foi paga em fevereiro de 2021, o que gerou aumento do resultado base caixa do fundo no referido período. 

Por fim, a gestão ressaltou que os valores relativos às indenizações e multas poderão ser utilizados não somente para fins de manutenção e conservação do imóvel como também para execução de benfeitorias e concessão de benefícios no âmbito das negociações locatícias para ocupação dos espaços vagos.

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foto: Gustavo Silva
Gustavo Silva

Jornalista com doutorado pela UFMG e produtor de conteúdo da unidade de mídias da Suno. Também trabalha no Suno Notícias e Funds Explorer, fazendo a cobertura de FIIs, Fiagro e FI-Infra.

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