O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ quarta-feira‌ ‌(24)‌ ‌em queda de -0,65%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.546,87 pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ novembro ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ -4,8%‌ ‌e‌ -11,26%,‌ ‌respectivamente.‌

Confira na tabela abaixo:

fechamento fiis

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

MCCI11 mostra resultados e afirma ter alocado todos os recursos de emissão

O Fundo de Investimento Imobiliário Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11), gestão da Mauá Capital, divulgou nesta quarta-feira (24), o seu relatório gerencial. Referente ao mês de outubro, o fundo descreveu seu resultado, mostrou investimentos e explicou sobre sua alocação de recursos após emissão de cotas.  

A distribuição do fundo referente ao mês de outubro foi de R$ 1,00 por cota, equivalente a um dividend yield anualizado de 12,6%. Confira abaixo:

MCCI11

A gestora disse ter como expectativa a manutenção desse patamar de distribuição de dividendos ao longo dos próximos meses. 

Ao longo do mês passado, o fundo alocou o montante de R$ 330 milhões no CRI WT Morumbi. Ou seja, tão logo o MCCI11 encerrou sua emissão de cotas as alocações foram realizadas. 

A gestão lembrou que a 5ª emissão de cotas teve sua liquidação no dia 31 de agosto, com o montante de R$ 350 milhões. Em menos de 2 meses, todos os recursos já foram alocados, demonstrando agilidade da equipe responsável pela gestão do fundo. 

Desta forma, a gestora considera que o momento certo para a realização de novas ofertas de cotas é fundamental para que as captações gerem valor aos cotistas e não cause impacto negativo na distribuição de dividendos. 

Os recursos do fundo estão todos alocados em ativos alvo, sendo 27 CRIs e 10 Fundos de CRI. Confira com detalhes o perfil dos ativos do MCCI11:

MCCI11

Além disso, a parcela do patrimônio alocada em CRI apresenta uma taxa média ponderada de Inflação + 6,5% (80% do fundo) e CDI + 3,7% (7% do fundo). 

As operações do mês

Sobre a aquisição do CRI WT Morumbi citada acima, o FII SARE11, que é o devedor da operação. A gestão disse que no momento da repactuação da operação, o MCCI11 recebeu um prêmio pago pelo detentor do ativo, com remuneração de de IPCA + 6,33% a.a.. 

O valor deste prêmio recebido em novembro foi de R$ 5.740.543,51 (R$ 0,46 por cota), beneficiando única e exclusivamente os cotistas do FII. 

Além disso, o fundo possuía uma alocação de R$ 158 milhões (11% dos recursos do Fundo) em outros FIIs de CRI. 

Dentre os FIIs das carteira, o MCHY11 representa 46% (R$ 72 milhões) das posições em do MCCI11. 

A gestão destacou que a aquisição do MCHY11 foi realizada ao preço de R$100,00, enquanto foram observadas negociações no secundário em setembro no valor aproximado de R$ 120/cota. 

Já o restante da carteira de FIIs de CRI está alocada em outros 9 FIIs que julgamos possuir boa gestão e yields atraentes frente ao risco assumido: 

  • FLCR11
  • SNCI11 
  • RBRR11 
  • KNHY11 
  • MORC11 
  • EQIR11
  • GAME11 
  • BIME11
  • XPCI11

Por fim, o MCCI11 sempre dá preferência à compra de cotas por meio de ofertas 476, buscando oportunidades em novos fundos com gestão promissora e que ofereçam pulverização de risco e potencial upside no médio prazo.

O Mauá Capital Recebíveis Imobiliários tem por objetivo tem por objetivo auferir rendimento e ganho de capital aos investidores através da aquisição de CRI. O Fundo deverá investir no mínimo 67% de seu patrimônio nesse tipo de ativo.

XPIN11 informa resultados e divulga obras em seus ativos

O XP Industrial Fundo de Investimento Imobiliário (XPIN11), representado por sua gestora XP Vista Asset Management, comunicou aos seus cotistas nesta última quarta-feira (24) os resultados e rendimentos do mês de outubro. Também, a gestão mostrou as obras dos novos ativos do fundo. 

O fundo divulgou a distribuição de R$ 0,63 por cota referente ao mês de outubro, o que corresponde ao dividend yield anualizado de 8,6% em relação ao valor da cota de mercado no fechamento do mês (R$ 88,00/cota). Confira na tabela abaixo:

XPIN11

A composição do resultado teve alguns elementos não-recorrentes, neste caso: 

  • Multa referente à rescisão parcial do contrato de locação pela THC; 
  • Recebimento de 4 aluguéis antecipados em outubro que seriam devidos em novembro; 
  • inadimplência de 1 locatário, cujo aluguel representa menos de 1% da receita do fundo, sendo que o mesmo foi quitado em novembro. 

Ainda no mês de novembro, o fundo publicou os detalhes da aquisição de 4 módulos com área construída de 31.719,44 m², em Jarinu/SP. A gestão lembrou que 75,63% do ativo já está locado, o que significa maior diversificação de imóveis e de locatários do XPIN11. 

Construção de imóveis do fundo

O fundo aproveitou o relatório gerencial para mostrar as obras do Edifício C de Extrema, com área construída prevista total de 13.991,31 m². A construção foi iniciada em julho de 2021, com previsão de término no terceiro trimestre de 2022. 

As principais atividades executadas em outubro foram estacas hélices, estruturas pré-moldadas e estrutura metálica. Veja nas fotos abaixo:

XPIN11

A gestão também mostrou as obras do Edifício B de Extrema, com área construída prevista total de 1.415,75 m². As obras foram iniciadas em outubro de 2021, com previsão de término no primeiro trimestre de 2022. 

As principais atividades executadas em outubro foram terraplanagem, fundação rasa e fundação profunda. Acompanhe nas imagens abaixo:

XPIN11

O XP Industrial Fundo de Investimento Imobiliário tem como objetivo a obtenção de renda e ganho de capital por meio da compra de ativos imobiliários industriais ou logísticos. Isso inclui imóveis que estão em construção ou imóveis prontos para venda, locação ou arrendamento.