ZAGH11, VGIA11 e TRBL11 são destaques do Bom Dia FIIs (28/1)

ZAGH11, VGIA11 e TRBL11 são destaques do Bom Dia FIIs (28/1)
ZAGH11, VGIA11 e TRBL11 são destaques do Bom Dia FIIs (28/1)

Os fundos ZAGH11, VGIA11 e TRBL11 são destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (28). Na terça (27), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.840,08 pontos, com recuo de 5,83 pontos e variação negativa de 0,15% em relação ao fechamento anterior, de acordo com dados da B3.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários chegou a operar acima do nível de abertura, mas perdeu fôlego no decorrer do pregão e terminou o dia no campo negativo.

Entre os fundos imobiliários com melhor desempenho na sessão, o TRBL11 registrou a maior valorização do dia, com alta de 3,65%, encerrando as negociações cotado a R$ 68,94.

Leia mais
IFIX fecha terça-feira em leve queda e recua para 3.840 pontos
ZAGH11 avança em reciclagem de portfólio e anuncia venda de imóvel por R$ 78 mi
TRBL11 recebe parcela antecipada de venda milionária em Duque de Caxias
VGIA11: Fiagro paga dividendos de CDI+2,9% e anuncia investimento de R$ 5,4 milhões
FI-Infra: fundos pagam dividendos mensais de até 2,4%; veja a lista
Aluguel de escritórios cresce em SP no fim de 2025; número de salas vazias cai

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

ZAGH11 avança em reciclagem de portfólio e anuncia venda de imóvel por R$ 78 mi

O fundo imobiliário ZAGH11 realizou aportes direcionados ao avanço físico de projetos em desenvolvimento.Foram investidos cerca de R$ 298 mil na SPE Colégio Ética, destinados majoritariamente à amortização e ao pagamento de juros do CRI vinculado ao projeto, além de um aporte de aproximadamente R$ 1,6 milhão na SPE Groenlândia 910, garantindo a continuidade das obras conforme o cronograma.

No mercado secundário, o ZAGH11 promoveu a alienação de aproximadamente R$ 2,2 milhões em cotas de FIIs, em linha com sua estratégia de reciclagem de portfólio. A operação gerou prejuízo contábil no curto prazo, mas foi considerada necessária pela gestão para o rebalanceamento da carteira e preservação da saúde financeira do fundo.

O principal destaque do período, no entanto, foi a celebração do compromisso de venda da participação de 50% em um imóvel localizado no Rio de Janeiro, atualmente locado à Estácio. A operação foi realizada em conjunto com o FII V2 Renda e envolve a venda do ativo para o RBVA11, pelo valor total de R$ 78,3 milhões.

Leia mais
ZAGH11 avança em reciclagem de portfólio e anuncia venda de imóvel por R$ 78 mi

TRBL11 recebe parcela antecipada de venda milionária em Duque de Caxias

O fundo imobiliário TRBL11 encerrou, com antecedência, o cronograma de pagamentos da venda dos ativos localizados em Duque de Caxias (RJ). Em 26 de janeiro, o fundo TRBL11 confirmou a entrada de R$ 54,8 milhões, montante referente à última parcela da venda que, pelo calendário inicial, só seria recebido no primeiro dia útil de julho de 2026.

Com essa quitação adiantada, o fundo apurou ganho de capital de R$ 24,113 milhões nessa parcela, cifra equivalente a R$ 3,12 por cota. Segundo o comunicado, o valor passa a compor a linha de resultados extraordinários do fundo imobiliário TRBL11 no semestre.

A transação, já detalhada em comunicados anteriores, foi feita com pagamento parcelado e atualização financeira atrelada ao CDI acrescido de 2,00% ao ano. 

Leia mais
TRBL11 recebe parcela antecipada de venda milionária em Duque de Caxias

VGIA11: Fiagro paga dividendos de CDI+2,9% e anuncia investimento de R$ 5,4 milhões

O Fiagro VGIA11 fechou dezembro com um resultado de R$ 9,65 milhões, abaixo dos R$ 12,84 milhões apurados em novembro. No mês, as receitas do VGIA11 somaram R$ 11,42 milhões, enquanto as despesas recorrentes totalizaram R$ 1,447 milhão e as não recorrentes ficaram em R$ 324,6 mil.

Com base no desempenho do período, foram anunciados rendimentos no valor de R$ 0,14 por cota, com pagamento em 20 de janeiro de 2026. 

Segundo a gestão do Fiagro VGIA11, a distribuição equivaleu a CDI + 2,9% ao ano sobre a cota patrimonial do mês anterior, ou a CDI + 2,5% ao ano quando considerada a média de negociação da cota em dezembro.No mercado, o fundo VGIA11 registrou volume médio diário de R$ 2,1 milhões e encerrou dezembro com 170.225 cotistas.

A carteira terminou o mês com 90,7% do patrimônio líquido alocado, distribuído em 33 ativos, totalizando R$ 762 milhões investidos, enquanto o restante permaneceu em instrumentos de caixa. 

Leia mais
VGIA11: Fiagro paga dividendos de CDI+2,9% e anuncia investimento de R$ 5,4 milhões

FI-Infra: fundos pagam dividendos mensais de até 2,4%; veja a lista

Os fundos FI-Infra distribuiram em janeiro rendimentos que variam de aproximadamente 1,1% a 2,4%, considerando dados da plataforma Status Invest. Entre os fundos analisados, o RBIF11 apresentou o maior dividend yield mensal do grupo, com distribuição R$ 1,80 por cota, o que corresponde a um retorno de 2,39% no período considerado, de acordo com o preço de referência do Status Invest.

O resultado está associado à política de distribuição do fundo e à composição da carteira naquele mês específico, sem que isso implique repetição do desempenho em períodos posteriores.

Além do RBIF11, outros fundos imobiliários com exposição a ativos de infraestrutura também registraram dividend yields mensais acima de 1%. O CDII11 distribui R$ 1,52 por cota, com dividend yield de 1,36%, enquanto o IFRI11 paga no mês R$ 1,40 por cota, resultando em retorno mensal de 1,34%.

Na sequência, o BODB11 apresenta pagamento de R$ 0,10 por cota, equivalente a um dividend yield de 1,26%, e o BIDB11 distribui R$ 1,00 por cota, com rendimento mensal de 1,25%.

Leia mais
FI-Infra: fundos pagam dividendos mensais de até 2,4%; veja a lista

Aluguel de escritórios cresce em SP no fim de 2025; número de salas vazias cai

O mercado de escritórios de alto padrão em São Paulo registrou aumento relevante na ocupação de novas áreas no fim de 2025, segundo relatório setorial divulgado pelo BTG Pactual. No quarto trimestre de 2025, a absorção líquida — indicador que mede a diferença entre áreas ocupadas e devolvidas — alcançou 74,1 mil metros quadrados, volume quase três vezes superior aos 26,9 mil metros quadrados registrados no terceiro trimestre.

Com esse desempenho, a absorção líquida acumulada ao longo de 2025 somou 238 mil metros quadrados, considerando os quatro trimestres do ano. Entre 2019 e o período pós-pandemia, o mercado de escritórios de alto padrão em São Paulo recebeu aproximadamente 880 mil metros quadrados de novo estoque, de acordo com o relatório do BTG Pactual.

Apesar desse aumento expressivo da oferta, o percentual de áreas desocupadas apresentou queda ao longo de 2025. Ao final do quarto trimestre, a taxa de vacância recuou para 12,1%, abaixo dos níveis observados nos anos imediatamente posteriores à pandemia e próxima dos cerca de 10% registrados no período pré-2020, quando o mercado operava com menor volume de espaços vagos.

Leia mais
Aluguel de escritórios cresce em SP no fim de 2025; número de salas vazias cai

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

últimas notícias