BTAL11: Fiagro tem maior lucro em 3 meses e pagará dividendos de 13,47% ao ano; veja valor
O Fiagro BTAL11 encerrou o mês de fevereiro com resultado líquido de R$ 4,7 milhões, o equivalente a R$ 0,78 por cota, após a dedução das despesas do período. Esse é o maior resultado do fundo em 3 meses.
A geração de receita bruta do BTAL11 no mês foi de R$ 5,2 milhões, ou R$ 0,87 por cota, o que acabou refletindo no desempenho operacional da carteira.
Com base nesse resultado, o fundo anunciou a distribuição de R$ 1,00 por cota, com pagamento agendado para 25 de março de 2026.
Considerando o valor de mercado da cota ao fim do mês, o rendimento corresponde a um dividend yield anualizado de 13,47%. Já em relação à cota patrimonial, o retorno anualizado fica em 10,37%.
Ao longo do mês, a carteira do fundo BTAL11 permaneceu totalmente adimplente, sem registros de inadimplência.
O fundo também encerrou fevereiro com uma posição de caixa superior a R$ 136 milhões, o que aumenta sua capacidade de realizar novas alocações.
Nesse sentido, a gestão segue avançando no desinvestimento da SPE Santo Antônio, operação que tende a reforçar ainda mais a liquidez e abrir espaço para novos investimentos alinhados à estratégia do fundo.
BTAL11 avança na conversão para Fiagro e prepara novos investimentos
Os cotistas também aprovaram a mudança de estrutura do fundo, que deixa de operar como fundo imobiliário para se tornar um Fiagro voltado às cadeias produtivas do agronegócio.
Com essa transição, passou a ser adotado o regime contábil por competência, permitindo a distribuição de resultados acumulados ao longo do tempo.
A gestão do Fiagro BTAL11 também informou que está na etapa final de estruturação de um novo investimento, com expectativa de conclusão até abril.
A operação deve contribuir com aproximadamente R$ 0,05 por cota ao resultado mensal. Além disso, a existência de reservas de lucro acumuladas sustenta a expectativa de manutenção de distribuições mensais em patamar mínimo de R$ 1,00 por cota.
O BTAL11 tem como foco a geração de renda recorrente e valorização no longo prazo por meio da aquisição e desenvolvimento de ativos ligados à logística e à armazenagem do agronegócio.
A atuação do BTAL11 se concentra em regiões com maior deficiência de infraestrutura, próximas a importantes rotas de escoamento, incluindo modais rodoviários, ferroviários e hidroviários, ao longo da cadeia agroindustrial brasileira.