CPSH11 anuncia dividendos com retorno de 1% ao mês; veja o valor
Os cotistas do fundo imobiliário CPSH11 receberão R$ 0,11 por cota em dividendos, cujo valor é referente ao desempenho de janeiro de 2026.
Terão direito ao provento do CPSH11 os investidores posicionados até o final da sessão desta quinta-feira, 19 de fevereiro, com pagamento previsto para 26 de fevereiro de 2026.
O pagamento de dividendos do CPSH11 segue isento de imposto de renda para pessoas físicas, conforme legislação aplicável.
Com a cota encerrando janeiro a R$ 11,01, o dividendo do CPSH11 representa um retorno mensal próximo de 1,0%. O montante distribuído repete o valor do mês anterior.
Conheça o fundo imobiliário CPSH11
O fundo imobiliário CPSH11 tem como foco a geração de renda por meio da exploração comercial de shopping centers e outlets, além da captura de ganho de capital via compra e venda estratégica desses ativos.
Embora concentre investimentos em empreendimentos já maduros, o regulamento permite participação em projetos greenfield dentro do segmento.
O evento mais relevante do histórico recente foi a venda em bloco de ativos ao XPML11. A operação envolveu a venda total das participações nos shoppings Praia de Belas, Metrô Tatuapé e Boulevard Tatuapé, além do desinvestimento parcial no Iguatemi Fortaleza.
A operação encerrou o primeiro ciclo de investimentos do FII CPSH11 com TIR consolidada de 22,5% ao ano e possibilitou a realocação de capital em ativos considerados mais dominantes, como o Internacional Shopping Guarulhos.
Desde o início das atividades, o fundo acumula retorno total de 60,5%, desempenho superior ao IFIX (26,5%) e ao CDI (34,4%) no mesmo intervalo.
A composição da ABL está distribuída da seguinte forma: Midway Mall (24,9%) e Iguatemi Alphaville (21,1%) lideram a participação, seguidos por Parque Shopping Dom Pedro (15,8%), Fashion Outlet Novo Hamburgo (13,4%), Internacional Shopping Guarulhos (11,7%), Iguatemi Bosque Fortaleza (10,2%) e Shopping Pátio Paulista (2,8%).
A ABL do CPSH11 está majoritariamente concentrada em São Paulo (51,43%), seguido por Rio Grande do Norte (24,92%), Rio Grande do Sul (13,41%) e Ceará (10,23%), garantindo exposição a diferentes praças e dinâmicas regionais de consumo.