XPLG11 fatura mais de R$ 42,4 milhões e dividendos rendem 9,78% ao ano; veja valor

XPLG11 fatura mais de R$ 42,4 milhões e dividendos rendem 9,78% ao ano; veja valor
XPLG11 fatura mais de R$ 42,4 milhões e dividendos rendem 9,78% ao ano. Foto: divulgação

O fundo imobiliário XPLG11 reportou em março um lucro de R$ 33,22 milhões, registrando leve retração frente aos R$ 34,054 milhões observados no mês anterior. 

O desempenho do XPLG11 foi sustentado por uma receita total de R$ 42,44 milhões, enquanto os custos e despesas somaram R$ 9,219 milhões no período.

Com base nesse resultado, o fundo anunciou a distribuição de R$ 33,442 milhões em rendimentos, o equivalente a R$ 0,82 por cota. 

Considerando o preço de fechamento de R$ 100,59 ao fim de março, o pagamento de dividendos do XPLG11 representa um dividend yield anualizado de 9,78%. 

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Os proventos serão creditados aos investidores no dia 15 de abril de 2026, incluindo também os valores destinados aos recibos da 9ª emissão de cotas, conforme divulgado anteriormente.

Além do desempenho mensal, o FII XPLG11 carrega um saldo relevante de resultados ainda não distribuídos. O NE Logistic FII, veículo integralmente detido pelo XPLG11, acumula um resultado caixa remanescente de R$ 1,38 por cota, já considerando a base atual de cotas e os recibos emitidos na oferta em andamento. 

A gestão sinaliza que pretende alinhar a distribuição de rendimentos ao fluxo de caixa ao longo do semestre, buscando maior previsibilidade nos pagamentos.

Atualizações da carteira do fundo imobiliário XPLG11

Para o fundo imobiliário XPLG11, março foi marcado por devoluções de áreas locadas. Ao todo, foram desocupados 10,7 mil m² no ativo de Piracicaba, envolvendo dois inquilinos, além de 1,9 mil m² no empreendimento Syslog RJ, referente a outro locatário. 

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Após essas movimentações, a vacância física do portfólio atingiu 8,7%, enquanto a vacância financeira encerrou em 4,3%. As áreas liberadas já estão sendo ofertadas ao mercado, com esforços concentrados na recomposição da ocupação.

Paralelamente, segue em curso a 9ª emissão de cotas, com volume inicial previsto em R$ 1 bilhão. A captação tem como objetivo viabilizar novas aquisições para o portfólio, dependendo ainda da conclusão de diligências e do cumprimento de condições precedentes.  

A carteira do fundo mantém um perfil diversificado de locatários, com presença relevante de empresas ligadas ao varejo e ao comércio eletrônico. 

Entre os principais ocupantes do XPLG11 estão Mobly, Via Varejo e B2W, além de uma ampla base de outros inquilinos menores, o que contribui para reduzir a concentração de receitas e mitigar riscos específicos.

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