IFIX começa semana em ligeira queda, abaixo dos 3.800 pontos

IFIX começa semana em ligeira queda, abaixo dos 3.800 pontos
IFIX começa semana em ligeira queda, abaixo dos 3.800 pontos (Foto: Pexels)

O IFIX encerrou o pregão desta segunda-feira (22) aos 3.796,44 pontos, com queda de 0,1%, equivalente a uma perda de 3,64 pontos em relação ao fechamento anterior. O indicador abriu o dia em 3.800,09 pontos e permaneceu próximo da estabilidade ao longo da sessão.

Durante o pregão, o principal índice de fundos imobiliários da B3 atingiu máxima de 3.804,08 pontos e mínima de 3.792,06 pontos. No fechamento, ficou abaixo da marca dos 3.800 pontos, após oscilar em faixa estreita durante grande parte do dia.

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Apesar do recuo da sessão, o IFIX segue abaixo de sua máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos.

O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do pregão, o BROF11 (BRPR Corporate Offices) liderou os ganhos do dia ao avançar 4,24%, encerrando as negociações cotado a R$ 56,44. Na segunda posição entre os destaques positivos, o VGIP11 (Valora CRI Índice de Preço) registrou valorização de 2,54%, terminando o dia negociado a R$ 79,33.

Do lado das perdas, o VILG11 (Vinci Logística) apresentou o pior desempenho da sessão, com queda de 2,46%, fechando cotado a R$ 94,31.

FIIs mais negociados da sessão

Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o MXRF11 (Maxi Renda) registrou volume de R$ 1,84 milhão e caiu 0,82%. Na sequência apareceu o CPTS11 (Capitania Securities II), com volume de R$ 1,41 milhão e baixa de 0,41%.

O GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou R$ 1,20 milhão e avançou 0,2% no pregão. Já o GARE11 (Guardian Logística) registrou volume de R$ 1,07 milhão e recuou 0,25%. Por sua vez, o HFOF11 (Hedge Top FOFII 3) avançou 1,25%, com volume de R$ 607,48 mil ao longo da sessão.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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