PCIP11: fundo imobiliário eleva reserva em 47%; veja o valor dos dividendos

PCIP11: fundo imobiliário eleva reserva em 47%; veja o valor dos dividendos
PCIP11: fundo imobiliário eleva reserva em 47%. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário PCIP11 encerrou abril com uma reserva acumulada de R$ 1,00 por cota, após gerar resultado distribuível superior ao valor repassado aos investidores no mês. Esse caixa é 47% maior que o do mês anterior, que estava em R$ 0,68 por cota. 

O FII apurou R$ 1,21 por cota em resultado distribuível, enquanto a distribuição ficou em R$ 0,89 por cota, com pagamento realizado em 18 de maio.

Segundo a gestão do PCIP11, a decisão de reter parte do resultado tem como objetivo fortalecer a reserva do fundo e reduzir os efeitos de possíveis descontos em negociações no mercado secundário. 

Em abril, o resultado distribuível do fundo PCIP11 totalizou R$ 20,609 milhões, sustentado por receitas de R$ 11,63 milhões. As despesas totais do período somaram R$ 1,337 milhão.

As últimas distribuições mensais do PCIP11 mostram avanço gradual nos pagamentos recentes. O fundo distribuiu R$ 0,80 por cota em fevereiro, R$ 0,85 em março e R$ 0,89 em abril. Na média dos últimos 12 meses, os rendimentos ficaram em R$ 0,92 por cota.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/1180x300-1.jpg

Considerando o intervalo entre maio de 2025 e abril de 2026, o dividend yield anualizado encerrou abril em 11,4% sobre a cota patrimonial e 12,5% sobre a cota de fechamento.

A carteira do FII PCIP11 terminou o mês com 94,0% do patrimônio líquido alocado. Desse total, 86,5% estavam concentrados em CRIs e operações estruturadas. Ao fim de abril, o fundo não possuía operações compromissadas.

Carteira do fundo imobiliário PCIP11

O portfólio reunia 100 CRIs e quatro operações estruturadas. A rentabilidade média ponderada dos ativos era de 16,8% ao ano, o equivalente a IPCA + 10,7% ao ano. O prazo médio da carteira estava em 3,6 anos, com spread médio de 2,6% ao ano.

A maior parte da carteira permanece indexada à inflação. Os ativos atrelados ao IPCA respondiam por 91% do portfólio, com retorno médio de IPCA + 10,6% ao ano. A parcela ligada ao CDI representava 5%, remunerada a CDI + 5,0% ao ano. 

Outros 3% estavam vinculados ao IGP-M, com taxa de IGP-M + 9,8% ao ano, enquanto 1% da carteira estava em taxas prefixadas, com remuneração de 14,0% ao ano.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Ao longo de abril, a gestão do fundo imobiliário PCIP11 movimentou a carteira com vendas e resgates antecipados. 

Foram alienadas integralmente as posições nos CRIs TRX GPA I, no valor de R$ 0,6 milhão, TRX GPA III, por R$ 2,0 milhões, e Wimo, por R$ 1,4 milhão. 

Também houve redução de R$ 100 mil no CRI BR Properties. No total, as vendas somaram R$ 4 milhões e tiveram impacto negativo de R$ 0,01 por cota.

O fundo também reduziu em R$ 3,4 milhões sua posição no FII CYCR11. A movimentação seguiu a estratégia de diminuir a exposição a fundos imobiliários nas carteiras de crédito sob gestão do Patria.

Na outra ponta, o PCIP11 recebeu recursos com os resgates antecipados dos CRIs Minas Brisa e Evolua. As operações somaram R$ 19 milhões e geraram prêmio equivalente a R$ 0,02 por cota.

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça. últimas notícias