Fundo imobiliário RBVA11 mantém valor de dividendos; veja quem vai receber
O fundo imobiliário RBVA11 anunciou a manutenção do patamar de dividendos referente ao mês de dezembro, estendendo para o 14º mês consecutivo a repetição do valor distribuído.

O provento anunciado pelo RBVA11 foi de R$ 0,09 por cota, com data-base em 30 de dezembro de 2025 e pagamento programado para 15 de janeiro de 2026, mantendo a isenção de imposto de renda para pessoas físicas.
Considerando a cotação de fechamento de dezembro em R$ 10,32, o dividendo corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 0,87%, o que equivale a cerca de 10,98% ao ano, se anualizado.
Já a média de rendimentos do RBVA11 nos últimos 24 meses está em R$ 0,0945 por cota, um pouco acima do valor atual.
Estratégia de investimentos e carteira do RBVA11
O FII RBVA11 foi estruturado com foco na geração de renda recorrente no longo prazo, sustentada pela exploração de imóveis por meio de contratos de locação.
A gestão busca equilibrar previsibilidade de receitas e potencial de valorização patrimonial, que são fatores importantes da proposta do fundo.
Atualmente, a alocação do portfólio é mais concentrada em ativos físicos, que representam 99,2% do total investido.
As participações em fundos imobiliários somam cerca de 0,8% do patrimônio, sendo 0,5% em alocações estratégicas e 0,3% em outras posições.
Por tipologia dos imóveis, o portfólio do fundo imobiliário RBVA11 é composto por ativos de varejo tradicional, responsáveis por 80,7% do patrimônio.
Os imóveis classificados como varejo Triple A representam 18,5% da carteira. As exposições a shoppings e a outros FIIs tem cada uma com participação próxima de 0,3% a 0,5%.
O fundo RBVA11 reúne 77 imóveis voltados aos segmentos de varejo e varejo Triple A, contando com 68 contratos de locação.
Entre os principais locatários estão grandes empresas de diferentes setores, com destaque para Cogna, Caixa, Assaí e Santander.
O portfólio do RBVA11 inclui ainda imóveis ocupados por redes como Pão de Açúcar, Pernambucanas, Centauro, Renner e Itaú, além de contratos com empresas de serviços e educação. Ao final do período, 11 imóveis encontravam-se vagos.