SNFZ11 deposita dividendos com yield superior a 12% ao ano; veja detalhes
O Fiagro SNFZ11 realiza nesta quinta-feira (25) o pagamento de uma nova distribuição de rendimentos aos seus cotistas. O fundo depositará R$ 0,10 por cota aos investidores que mantiveram posição no ativo até o encerramento do pregão de 15 de junho.
As cotas passaram a ser negociadas na condição de “ex-rendimentos” a partir da sessão seguinte à data-base.
Considerando o preço de fechamento da cota em maio, de R$ 9,75, a distribuição corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,03%.
Em termos anualizados, o patamar equivale a um retorno próximo de 12,3% ao ano, desconsiderando o reinvestimento dos rendimentos ao longo do período.
Agronegócio sustenta tese do SNFZ11
O SNFZ11 possui uma estratégia voltada à exposição ao setor agrícola, com investimentos em propriedades rurais e ativos ligados ao agronegócio brasileiro.
A tese do fundo está diretamente relacionada à valorização das terras agrícolas e à geração de renda proveniente da atividade agropecuária, em um ambiente marcado pelo crescimento da produção nacional e pela expansão das exportações.
Nos últimos meses, temas como a expansão do milho safrinha, o avanço da segunda safra em Mato Grosso e o crescimento da demanda por biocombustíveis reforçaram a relevância das regiões agrícolas nas quais o fundo possui exposição.
Além disso, o agronegócio brasileiro continua ampliando sua participação no comércio internacional, impulsionado pela abertura de novos mercados e pelo aumento da demanda global por alimentos, fibras e energia renovável.
Para os investidores, a combinação entre renda periódica e exposição a um dos principais setores da economia brasileira continua sendo um dos diferenciais do SNFZ11.
Fiagro cresce em investidores e ganha liquidez no mercado
Nos últimos meses, o SNFZ11 também acelerou o crescimento da base de cotistas, ultrapassando recentemente a marca de 13 mil investidores.
O avanço da liquidez vem acontecendo em paralelo ao aumento do interesse do mercado por ativos ligados ao agronegócio brasileiro e à valorização estrutural das terras agrícolas.
Outro diferencial observado pelo mercado é que ativos fundiários costumam apresentar menor volatilidade em comparação com outros segmentos financeiros tradicionais, especialmente em ciclos positivos para commodities agrícolas.