PATL11: fundo imobiliário fatura R$ 3,278 milhões e mantém dividendos; veja quanto

PATL11: fundo imobiliário fatura R$ 3,278 milhões e mantém dividendos; veja quanto
Fundo imobiliário PATL11 atua no segmento de imóveis logísticos - Foto: Freepik

O fundo imobiliário PATL11 divulgou seu relatório gerencial mais recente. O FII apurou resultado distribuível de R$ 2,292 milhões em outubro, a partir de uma receita total de R$ 3,278 milhões e despesas de R$ 985,7 mil.

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A gestão do PATL11 ressalta que o resultado do mês foi influenciado por um efeito não recorrente, decorrente da taxa de comercialização relacionada à locação da Nissan.

Os cotistas voltaram a receber R$ 0,57 por cota em proventos, somando R$ 2,845 milhões distribuídos. Esse patamar de dividendos do PATL11 permanece inalterado há 18 meses consecutivos.

O fundo encerrou o mês com aproximadamente 96% de seus recursos alocados diretamente em imóveis, 1% em FIIs e 3% em caixa.

Em 31 de outubro, o FII PATL11 não possuía qualquer alavancagem nem obrigações vinculadas à aquisição de novos ativos.

O mês também foi marcado pela manutenção do quadro de locatários. Não houve entradas ou saídas, o que manteve a vacância física em 2,7% e a vacância financeira em 6,5%.

Esses índices estão associados, sobretudo, aos 4.104 m² ainda disponíveis no ativo de Ribeirão das Neves. O prazo médio remanescente dos contratos (WALE) permaneceu em 4,2 anos.

Portfólio atual e expectativas da gestão do PATL11

O portfólio do fundo imobiliário PATL11 continua concentrado em quatro ativos, distribuídos em três estados e somando mais de 151 mil m² de ABL.

A gestão chama atenção para movimentações já mapeadas na carteira de locatários, com reflexos esperados para os próximos anos.

A gestão diz que acompanha de perto dois vencimentos relevantes em março de 2026. Um deles é a não renovação do contrato da SEB no ativo Itatiaia e da Postall no ativo Jundiaí 1.

Caso as áreas atualmente vagas não sejam ocupadas até essa data, a vacância física projetada pode saltar dos atuais 3,8% para 20,4%, segundo estimativas da própria gestão.

Para mitigar esse risco, o fundo vem intensificando as negociações comerciais. No ativo Itatiaia, o PATL11 segue, em conjunto com a CBRE, na prospecção de potenciais inquilinos para a área remanescente da SEB.

O relatório destaca a continuidade das visitas, tanto de empresas industriais quanto de operadores logísticos.

Em Ribeirão das Neves, as discussões contratuais para a locação das duas câmaras remanescentes avançam em ritmo mais lento, mas a gestão do fundo PATL11 aponta que, uma vez concluída essa locação, a vacância do imóvel ficará próxima de zero, restando apenas 437 m² de escritórios ainda desocupados.

Já em Jundiaí 1, as tratativas comerciais para o espaço que será desocupado com a saída da Postall já foram iniciadas, em um movimento antecipado para reduzir o impacto da futura vacância.

O relatório também registra que não havia reajustes ou revisionais programados para o mês, o que contribuiu para um cenário de maior previsibilidade contratual, enquanto a gestão do PATL11 avança nas frentes comerciais.

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