RBVA11, ZAGH11 e AZPL11 são os destaques do Bom Dia FIIs (22/1)
Os fundos RBVA11, ZAGH11 e AZPL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quinta-feira (22). Na quarta (21), o IFIX encerrou o pregão em 3.812,31 pontos, com alta de 1,51 ponto, o que representa uma variação positiva de 0,04% em relação ao fechamento anterior.

Durante a sessão, o índice que acompanha o desempenho dos fundos imobiliários negociados na B3 operou com ligeira oscilação, registrando mínima de 3.810,52 pontos e máxima de 3.817,82 pontos. A abertura do dia ocorreu em 3.810,82 pontos.
Ao final do pregão, o IFIX manteve-se acima do nível dos 3.800 pontos, encerrando o dia dentro do intervalo observado ao longo da sessão.
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IFIX fecha em leve alta e permanece acima dos 3.800 pontos
Fundos imobiliários em 2026: onde estão as melhores oportunidades?
RBVA11 mais que dobra lucro e explica aumento de 106% no resultado
ZAGH11 firma acordo para venda milionária de imóvel ao RBVA11 no Rio
AZPL11 fecha 2025 com portfólio 100% locado e crédito ganhando peso na carteira
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
FIIs em 2026: onde estão as melhores oportunidades?
Com o mercado já começando a precificar o fim do ciclo mais restritivo de juros, 2026 surge no radar dos investidores como um possível ponto de inflexão para os fundos imobiliários. A expectativa de redução gradual da Selic, aliada a fundamentos mais sólidos em alguns segmentos, pode abrir espaço para uma retomada mais consistente do setor.
Casas como AZ Quest, TRX Investimentos, InVista, Suno, Zagros, Fator, RBR Asset e TG Core destacam que o cenário tende a ser mais construtivo, embora bastante seletivo. O ritmo da recuperação, segundo elas, dependerá não apenas da política monetária, mas também da inflação, da qualidade dos portfólios e da capacidade de gestão ativa de cada fundo.
Entre os segmentos mais bem posicionados para o início desse novo ciclo estão os fundos de papel. A avaliação predominante é que os FIIs de crédito tendem a reagir antes, beneficiados pela combinação de CDI ainda elevado e maior espaço para indexação à inflação.
“Os fundos de crédito devem continuar a ir bem, com CDI ainda elevado e aumento do espaço para inflação num ciclo de corte de juros”, afirma Bruno Nardo, da RBR, gestora dos fundos RBRR11, RPRI11 e RBRX11.
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Fundos imobiliários em 2026: onde estão as melhores oportunidades?
RBVA11 mais que dobra lucro e explica aumento de 106% no resultado
O fundo imobiliário RBVA11 teve um lucro apurado de R$ 24,698 milhões em dezembro, mais que dobrando o resultado de novembro, quando o fundo havia registrado R$ 11,937 milhões.
A variação positiva de 106,9% no resultado do RBVA11 de um mês a outro foi impulsionado por eventos específicos ao longo do período.
O resultado imobiliário somou R$ 25,074 milhões em dezembro. O fundo também obteve resultado financeiro de R$ 2,753 milhões. Já as despesas totalizaram R$ 3,13 milhões.
Com esse resultado, o fundo imobiliário RBVA11 distribuiu R$ 14,052 milhões em dividendos aos seus cotistas, o que corresponde a R$ 0,09 por cota.
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RBVA11 mais que dobra lucro e explica aumento de 106% no resultado
ZAGH11 firma acordo para venda milionária de imóvel ao RBVA11 no Rio
O fundo imobiliário ZAGH11 informou ao mercado que avançou em uma negociação relevante de um ativo de seu portfólio localizado na cidade do Rio de Janeiro, pelo valor de R$ 78,306 milhões.
A operação foi formalizada pelo fundo imobiliário no dia 15 de janeiro de 2026 e envolve a venda integral de um imóvel atualmente ocupado pela Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá.
O acordo foi celebrado em conjunto com o V2 Renda Imobiliária Fundo de Investimento Imobiliário, que, assim como o fundo imobiliário ZAGH11, detém participação equivalente a 50% do ativo.
Na outra ponta da transação está o fundo imobiliário RBVA11, que é o comprador no contrato assinado entre as partes.
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ZAGH11 firma acordo para venda milionária de imóvel ao RBVA11 no Rio
AZPL11 fecha 2025 com portfólio 100% locado e crédito ganhando peso na carteira
O fundo imobiliário (FII) AZPL11 terminou 2025 com desempenho estável, mantendo resultados operacionais e distribuição de dividendos em linha com o padrão observado ao longo dos últimos meses.
No segmento de crédito, que inclui a exposição ao AZPE, a carteira respondeu por 53,8% do patrimônio total ao fim do ano e seguiu contribuindo de forma relevante para os resultados do fundo. A rentabilidade do portfólio ficou em CDI + 3,03% ao ano e IPCA + 10,87% ao ano, reforçando o papel do crédito como pilar de geração de renda. Segundo a gestão, estão previstas movimentações no início de 2026 com o objetivo de elevar o retorno da carteira.
Já o portfólio de tijolo encerrou o ano totalmente locado após a comercialização da área remanescente do ativo de Jandira. Tanto o galpão de Jandira quanto o de Cajamar fecharam 2025 com 100% de ocupação, em um movimento que consolidou a tese do fundo no segmento logístico.
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