TEPP11 fecha 2025 com vacância física zerada e DY anualizado de 10,88%

TEPP11 fecha 2025 com vacância física zerada e DY anualizado de 10,88%
Fundos imobiliários . Foto: iStock

O fundo imobiliário TEPP11 encerrou o mês de dezembro de 2025 com vacância física de 0,00% em seu portfólio e dividend yield anualizado de 10,88%, conforme informações do relatório gerencial divulgado pela gestora.

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No período, o fundo distribuiu R$ 0,075 por cota, rendimento anunciado em dezembro e pago aos cotistas em janeiro de 2026. De acordo com a cotação de mercado utilizada no relatório, o valor corresponde a um dividend yield mensal de 1,09%, com índice anualizado de 10,88%.

Segundo o relatório, o TEPP11 manteve vacância física zerada ao final de dezembro, indicando que 100% da área locável dos imóveisestava ocupada na data de fechamento do documento.

Já a vacância financeira foi reportada em 1,63%, percentual atribuído pela gestão a carências e descontos previstos nos contratos de locação vigentes, conforme metodologia apresentada no relatório mensal.

WAULT dos contratos é de 5,49 anos

O documento também informa que o fundo apresentava WAULT (Weighted Average of Unexpired Lease Term) de 5,49 anos em dezembro. O indicador representa o prazo médio ponderado dos contratos de locação, calculado com base na receita contratada.

De acordo com a definição adotada pela gestão, o WAULT reflete o horizonte médio de vencimento dos contratos atualmente vigentes no portfólio.

O TEPP11 é composto por imóveis corporativos, com foco em ativos localizados em regiões urbanas consolidadas. A gestão destaca, em seus relatórios periódicos, a estratégia de atuação em propriedades com potencial de requalificação, conforme descrito no material divulgado ao mercado.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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