IFIX fecha sexta em alta de 0,32%, mas encerra semana com recuo de 0,2%

IFIX fecha sexta em alta de 0,32%, mas encerra semana com recuo de 0,2%
IFIX fecha sexta em alta de 0,32%, mas encerra semana com recuo de 0,2% (Foto: Pixabay)

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (8) em 3.922,13 pontos, com alta de 0,32%, avanço de 12,48 pontos em relação ao fechamento anterior, quando o índice havia marcado 3.909,65 pontos.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.909,67 pontos e a máxima de 3.922,23 pontos. O fechamento ocorreu praticamente na máxima do dia, mantendo o IFIX acima do patamar dos 3.900 pontos.

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Apesar do avanço no pregão, o índice terminou a semana em queda. Na comparação com o fechamento da semana anterior, quando havia encerrado aos 3.929,91 pontos, o IFIX acumulou recuo de 7,78 pontos, equivalente a uma baixa de 0,2%.

O sobe-e-desce dos FIIs

O HCTR11 liderou as altas do dia, com valorização de 2,75%, encerrando as negociações cotado a R$ 17,00. Na sequência, o PVBI11 (VBI Prime Properties) avançou 2,58%, com fechamento em R$ 77,47, figurando entre os fundos com melhor desempenho da sessão.

Do lado negativo, o ARRI11 (FII Atrio REIT Recebíveis Imobiliários) registrou a maior queda do pregão, com recuo de 6,94%, terminando o dia cotado a R$ 4,95. Logo atrás, o CACR11 (FII AF Invest Recebíveis Imobiliários) caiu 4,58%, encerrando a sessão negociado a R$ 32,37.

CPTS11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados do dia, o CPTS11 (Capitania Securities II) liderou o volume financeiro, com R$ 2,44 milhões movimentados e queda de 1,02%.

Também se destacaram o VGHF11 (Valora Hedge Fundo de Investimento Imobiliário), com volume de R$ 2,38 milhões e alta de 1,33%, além do GARE11 (FII Guardian Logística), que movimentou R$ 1,42 milhão e avançou 0,24%.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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