Exportações de soja crescem quase 10% — e SNAG11 amplia base de investidores

Exportações de soja crescem quase 10% — e SNAG11 amplia base de investidores
Mercado de soja. Foto: Pixabay

A exportação brasileira de soja atingiu novo recorde em abril, impulsionada principalmente pelo aumento das compras da China e pela forte demanda internacional pela commodity. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada com base em dados da Secex, o Brasil embarcou 16,75 milhões de toneladas no período, maior volume já registrado para o mês.

O resultado representa crescimento de 15,35% frente a março e alta de 9,6% na comparação anual. O desempenho reforça o papel estratégico da soja dentro da balança comercial brasileira e ajuda a sustentar a receita do agronegócio em meio à ampla oferta doméstica e à pressão sobre os preços internos.

A China voltou a exercer protagonismo nesse movimento. Segundo o Cepea, os embarques brasileiros destinados ao país asiático cresceram 17,6% entre março e abril, consolidando o mercado chinês como principal destino da soja produzida no Brasil.

Mesmo em um ambiente de recuo das cotações domésticas e maior disponibilidade interna do grão, as exportações seguem funcionando como um importante mecanismo de equilíbrio para o setor, absorvendo parte da produção nacional.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/1180x300-1.jpg

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, o Brasil exportou 40,24 milhões de toneladas de soja, também recorde histórico para o período, reforçando a demanda externa sobre a cadeia agrícola brasileira.

Crescimento da soja amplia espaço para operações ligadas ao SNAG11

Nesse ambiente, ativos expostos ao financiamento do agronegócio tendem a ganhar relevância entre investidores, incluindo o SNAG11.

O fundo possui estratégia voltada ao crédito agroindustrial, atuando em operações ligadas à produção rural, armazenagem, infraestrutura, logística e expansão operacional de empresas ligadas ao agro.

Com o crescimento das exportações e o aumento da necessidade de capital ao longo da cadeia da soja, cresce também a demanda por operações de financiamento envolvendo aquisição de maquinário, ampliação de estruturas produtivas e capital de giro para produtores e empresas do setor.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Segundo a Suno Asset, a base de investidores do SNAG11 ultrapassou recentemente a marca de 130 mil cotistas, avanço relevante frente aos cerca de 120 mil registrados no início de fevereiro. O movimento contribui para maior liquidez no mercado secundário e amplia a presença do fundo entre investidores pessoa física.

Retorno total do SNAG11

O SNAG11 também manteve distribuição de R$ 0,12 por cota, reforçando a atratividade da geração recorrente de caixa dentro de um setor que segue beneficiado pela força estrutural das exportações agrícolas brasileiras.

A gestão destaca ainda que o fundo encerrou 2025 com retorno total próximo de 42,5%, considerando dividendos e valorização das cotas no mercado secundário.

Além disso, o veículo mantém inadimplência zero desde o lançamento, em 2022, fator apontado como um dos pilares da estratégia de crédito conservadora do fundo.

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

notícias relacionadas últimas notícias