RBRX11 tem lucro 18,24% maior e FII avalia consolidação com PSEC11; entenda

RBRX11 tem lucro 18,24% maior e FII avalia consolidação com PSEC11; entenda
RBRX11 tem lucro 18,24% maior e FII avalia consolidação com PSEC11. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário RBRX11 apurou resultado de R$ 15,017 milhões em julho de 2026, alta de 18,24% sobre o mês anterior. O desempenho foi sustentado por receitas imobiliárias de R$ 14,090 milhões, ante despesas de R$ 1,332 milhão no período.

Por cota, o resultado final chegou a R$ 0,103, sendo R$ 0,089 de origem recorrente, ou R$ 13,1 milhões, e R$ 0,013 de uma receita extraordinária de R$ 1,9 milhão, vinda de vendas de FIIs e ganho imobiliário.

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Na parte recorrente, os CRIs somaram R$ 8,7 milhões, os rendimentos de FIIs geraram R$ 5,4 milhões e as aplicações de caixa contribuíram com R$ 0,002 por cota.

A distribuição anunciada foi de R$ 0,09 por cota, com guidance mantido nesse valor para o terceiro trimestre de 2026.

A retenção do excedente de R$ 0,013 por cota elevou a reserva acumulada para R$ 0,037 por cota ao fim de julho. Os rendimentos do RBRX11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas dentro das condições da legislação.

O patrimônio líquido do fundo imobiliário RBRX11 encerrou o mês em R$ 1,35 bilhão, com base de 126.411 cotistas.

No campo estratégico, a gestão segue avaliando a reorganização de sua plataforma multiestratégia por meio de uma possível consolidação entre o fundo e o PSEC11, operação que criaria um veículo com patrimônio líquido superior a R$ 2,7 bilhões.

A alocação por estratégia do RBRX11

A carteira do FII RBRX11 se divide em três estratégias. A oportunística responde por 47,2% do patrimônio, com R$ 635,7 milhões em três ativos de FIIs e dividend yield de 8,7%.

A de carrego soma 45,4%, com R$ 611,6 milhões em 48 ativos e remuneração média de CDI + 3,4% ao ano. Já a de ganho de capital representa 7,5%, com R$ 100,8 milhões em dez ativos e TIR esperada de 20,6% ao ano.

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Por veículo, os FIIs detêm 54,8% do patrimônio, os CRIs correspondem a 40,6%, o caixa representa 3,2%, os imóveis respondem por 1,2% e as SPEs, por 0,2%. Na estratégia de carrego, a carteira de crédito se divide entre residencial (21,4%), logístico (16,1%) e laje corporativa (3,2%).

Entre os ativos da tese de ganho de capital do fundo RBRX11, destacam-se os fundos residenciais RDCI11 (2,0% do patrimônio), SHIP11 (1,6%) e RDIV11 (0,8%), além do ativo imobiliário Kalea Jardins (1,2%) e da SPE Poincare (0,2%).

Ao longo de julho, operações de giro nos CRIs Yuny Jardim Paulista e Windsock geraram um resultado financeiro total de R$ 2,6 milhões.

Como evento subsequente, em 11 de agosto de 2026 foi concluída a venda da Unidade 161 do empreendimento Kalea Jardins por R$ 15,0 milhões, o equivalente a R$ 40.680 por metro quadrado, ante o valor de aquisição de R$ 25.000 em março de 2024.

A operação gerou ganho de capital atribuível de R$ 3,7 milhões, ou R$ 0,025 por cota, com TIR líquida de cerca de IPCA + 14% ao ano e múltiplo sobre o capital investido de 1,52 vez para o RBRX11.

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