RBRX11: fundo imobiliário anuncia dividendos com yield de 1,18%; saiba valor
O fundo imobiliário RBRX11 manterá o rendimento em R$ 0,09 por cota, mesmo valor que distribui há 13 meses seguidos.
Recebe quem estiver com as cotas até o encerramento do pregão de 14 de agosto de 2026, data-base da distribuição, com o pagamento em 24 de agosto.
Na cotação de fechamento de junho, de R$ 7,64, os dividendos do RBRX11 representam um dividend yield mensal aproximado de 1,18%.
Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas dentro das condições da legislação.
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Últimos resultados do fundo imobiliário RBRX11
O resultado caixa de junho foi de R$ 0,09 por cota, dividido entre receitas recorrentes de R$ 0,05, sendo R$ 0,04 de CRIs e R$ 0,01 de FIIs, e uma receita extraordinária de R$ 0,05. A reserva acumulada do fundo imobiliário RBRX11 encerrou o mês em R$ 0,02 por cota.
No período, o portfólio teve retorno patrimonial de -3,5%, ante -1,2% do IFIX, com as cotas variando -3,4% no mercado secundário.
O patrimônio líquido fechou junho em R$ 1,365 bilhão, ou R$ 9,33 por cota, e o valor de mercado em R$ 1,181 bilhão, ou R$ 8,07 por cota, o que coloca o P/VP em 0,86x. A base reunia 126.394 cotistas.
A variação do mês foi influenciada principalmente pela marcação a mercado da posição em PMLL11, após a conversão da posição em RBR Malls, com impacto de cerca de R$ 45 milhões, e pela queda das cotas do RBRL11 no secundário, com efeito da ordem de R$ 10 milhões.
A carteira e as movimentações do RBRX11
Por classe de ativo, o FII RBRX11 está alocado em FIIs (55,6%), CRIs (40,2%), caixa (2,1%), imóveis (1,2%) e SPEs (0,9%).
Dentro dos FIIs, os principais segmentos são shoppings (46%), residencial (26%), logístico (15%) e lajes corporativas (12%), com PMLL11 e RBRL11 como maiores posições individuais, em 25,3% e 6,3% do patrimônio.
As principais movimentações do mês foram o aporte de R$ 9,4 milhões no CRI Dall, a CDI + 4,50% ao ano, vinculado ao financiamento de um empreendimento residencial na Praia Brava, em Santa Catarina, e um aporte adicional de R$ 4,0 milhões no CRI Pernambuco III My Beach.
Entre os pontos estratégicos, a gestão avalia uma possível consolidação entre o fundo RBRX11 e o PSEC11, que criaria um veículo com patrimônio líquido superior a R$ 2,7 bilhões, o maior do segmento multiestratégia.
Entre os benefícios apontados estão maior escala e eficiência de portfólio, mais diluição de concentrações por ativo e devedor, e a estimativa de dobrar o volume negociado no mercado secundário.
A operação depende das aprovações nas assembleias cabíveis, com execução prevista ao longo do segundo semestre de 2026 para o RBRX11.