AIEC11: fundo imobiliário fecha novo contrato de aluguel; veja o ganho estimado
O fundo imobiliário AIEC11 comunicou ao mercado a assinatura de um novo contrato de locação comercial no Rochaverá Torre D, empreendimento situado na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo (SP).
O acordo do fundo imobiliário prevê a ocupação de 3.804 m² no edifício, com prazo de 60 meses, tendo como garantia fiança bancária emitida por banco de primeira linha.
Com a operação, o FII AIEC11 passa a locar os 6º e 7º andares da torre, movimento que eleva a taxa de ocupação do imóvel para 62%.
Segundo o comunicado, a receita mensal estimada do contrato, já considerando carência e descontos, fica em torno de R$ 0,102 por cota.
A gestão do fundo imobiliário AIEC11 também reforçou que os números divulgados não representam promessa ou garantia de rentabilidade.
Além disso, destacou que o fundo pode reter até 5% dos lucros apurados no semestre, em regime de caixa, conforme permitido pela regulamentação vigente.
Destaques do fundo imobiliário AIEC11
Dentre os últimos destaques sobre o FII, a gestão informou que, a partir de janeiro de 2026, ele deixará de integrar o IFIX, conforme a carteira divulgada pela B3.
No mês, também foi concluída a reavaliação anual dos ativos Standard Building e Rochaverá Corporate Towers (Torre D).
O processo resultou em um impacto negativo aproximado de R$ 16,8 milhões no patrimônio líquido, o equivalente a cerca de R$ 3,49 por cota.
Além disso, o fundo AIEC11 comunicou a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para deliberar sobre a retenção de mais de 5% do resultado referente ao segundo semestre de 2025.
Segundo o resumo da proposta apresentado pela gestão, a retenção está relacionada à multa recebida no segundo semestre de 2025 do inquilino Seven, estimada em aproximadamente R$ 2,30 por cota.
A gestão destaca que essa medida não altera a distribuição recorrente de dividendos do AIEC11, e que eventuais valores não utilizados poderão, futuramente, ser distribuídos aos cotistas.
O direcionamento prioritário desses recursos, caso aprovado, será dar flexibilidade aos esforços comerciais de locação do Rochaverá, contemplando despesas como reformas, taxas de corretagem e custos operacionais.
A partir disso, a gestão do fundo imobiliário AIEC11 relembra que, em agosto de 2025, a Seven, então locatária da Torre D do Rochaverá, formalizou o distrato de um contrato que abrangia 11.248,3 m², anteriormente válido até dezembro de 2029, mediante pagamento de multa equivalente a cerca de 14 aluguéis mensais. Desse total, 1.839 m² já foram locados.