‌‌‌O‌‌‌ ‌‌‌‌‌‌IFIX‌‌‌‌‌‌ ‌‌fechou‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌última‌‌‌ quarta-feira‌‌‌ ‌‌‌(09)‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ queda ‌‌de‌‌ -0,03%,‌‌‌ ‌‌terminando‌‌ ‌‌‌o‌‌‌ ‌‌‌dia‌‌‌ ‌‌‌em‌‌ ‌‌2.725 ‌pontos.‌‌‌ ‌‌‌No‌‌‌ ‌‌‌acumulado‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌mês‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ março ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌ano‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌‌2022,‌‌‌ ‌‌‌a‌‌‌ ‌‌‌variação‌‌‌ ‌‌‌do‌‌‌ ‌‌‌índice‌‌‌ ‌‌‌é‌‌‌ ‌‌‌de‌‌‌ ‌‌-0,59%‌‌‌ ‌‌‌e‌‌‌ ‌‌-2,85%‌‌,‌‌‌ ‌‌‌respectivamente.‌‌‌ ‌ ‌

Confira‌‌ ‌‌as‌‌ ‌‌principais‌‌ ‌‌notícias‌‌ ‌‌do‌‌ ‌‌mercado‌‌ ‌‌de‌‌ ‌‌FIIs:‌‌

BTLG11 informa resultados e traz informações sobre emissão de cotas

A gestão do BTG Pactual Logística FII (BTLG11) comunicou aos cotistas nesta última quarta-feira (09), sobre resultados e rendimentos referentes ao mês de janeiro. Além disso, o fundo explicou a gestão de seus ativos e trouxe informações sobre sua 11ª emissão de cotas

Referente a janeiro, o BTLG11 distribuiu R$ 0,72/cota aos seus cotistas. Esse valor representa um dividend yield de 8,4% com base na cota de fechamento do mês. Em 24 meses, a rentabilidade do fundo é de 16,9%, enquanto o IFIX teve queda de -9,8%, afirmou a gestora. Confira:

BTLG11 fiis

Gestão de ativos

Deste modo, a gestora informou que a receita imobiliária do BTLG11 foi maior pela destrava de uma parcela do lucro da operação da venda dos 4 ativos ao fundo MGLG11. Neste caso, o valor será distribuído aos cotistas durante este semestre. 

Porém, em relação à receita financeira, o fundo sofreu uma baixa por causa da alocação do caixa na aquisição de dezembro/2021 do ativo BTLG Mauá. Além disso, a  linha de despesa também sofreu uma variação pontual, resultado da regularização de ativos e do pagamento de comissão de locação. 

Sobre a gestão dos ativos no aspecto comercial, para o imóvel BTLG Santana de Parnaíba, o contrato de locação da Continental venceu em fevereiro, equivalente a 3% da ABL do fundo. 

Confira abaixo o perfil dos ativos e inquilinos do fundo:

BTLG11

Diante disso, a locatária decidiu não renovar a locação por uma questão estratégica interna, uma vez que a empresa alocará sua produção em outros lugares da própria companhia. Em virtude dessa saída, o BTLG11 “fará jus a uma receita durante os próximos 12 meses, período este que a gestora estima como suficiente para a relocação do ativo”, destacou a gestora. 

Enquanto um ativo “perde” um inquilino, no segundo mês após a aquisição do ativo BTLG Mauá, o imóvel foi locado em 7% da ABL, o que corresponde a 1% do ABL do fundo. 

Neste caso, a gestora disse que o contrato tem prazo de 10 anos e multas acima da média do mercado, o preço é equivalente ao praticado na Renda Mínima Garantida do ativo. 

Mais informações sobre 11ª emissão de cotas do BTLG11

A gestora lembrou que no dia 03 de março, o fundo anunciou sua 11ª emissão de cotas no montante de R$ 100 milhões. A oferta é destinada aos cotistas, com custos mínimos de 0,19/cota. 

Deste modo, a gestora conformou que o objetivo desta emissão é otimizar a estrutura de capital do fundo com o pagamento das dívidas atreladas ao CDI.

Com a emissão de cotas, o fundo pretende aumentar seu FFO - fluxo de caixa proveniente das operações - em aproximadamente R$0,05/cota, além de reduzir sua alavancagem, passando o LTV para cerca de 5%, sendo que atualmente é 12%. O LTV representa  a razão da dívida do fundo frente ao montante total de ativos no FII. 

Por fim, a gestora reforçou que o preço de subscrição de novas cotas é de R$100,19, sendo que o período de preferência será de 10/03 a 22/03.  

HGCR11 mostra ganho de capital em operação e aumenta patamar de dividendos

Em relatório gerencial apresentado aos cotistas na última quarta-feira (09), a gestão do CSHG Recebíveis Imobiliários (HGCR11) comunicou o desempenho do fundo no mês de fevereiro. Também, a Credit Suisse comentou sobre ganho de capital em venda de CRI e aumento no patamar de distribuição.

Referente a fevereiro, o fundo pagará aos cotistas o valor de R$ 1,05/cota em rendimentos. A gestora disse que durante o mês, a cota em bolsa ajustada por rendimentos apresentou variação de -2,0%, e a variação dos últimos 12 meses foi de +11,5%, enquanto o CDI foi +5,7% e o IFIX teve queda de -5,0%. Confira:

HGCR11

Além do resultado acumulado em semestres anteriores de R$ 0,77 por cota, o HGCR11 possuía ao final de fevereiro um volume aproximado de R$ 22 milhões (R$ 1,80/cota) em inflação acruada nos CRIs indexados ao IPCA. Esses valores ainda não viraram resultado caixa, o que deverá acontecer gradualmente ao longo dos próximos meses. 

Neste aspecto, a gestora explicou que o resultado no mês foi positivamente impactado, dentre outros fatores, pela venda do CRI Clariant, cujo resultado somou R$ 2,1 milhões. O CRI foi adquirido em outubro de 2021 com o intuito de aumentar o carrego do caixa, e foi vendido para dar espaço a novas operações com taxas mais elevadas. 

Diante disso, o fundo realizou projeções sobre os resultados do semestre, aumentando novamente o patamar de distribuição de rendimentos de R$ 1,03/cota em janeiro para o patamar atual de R$ 1,05/cota. 

Diminuição momentânea nas alocações

O HGCR11 fechou o mês com 92,8% do patrimônio líquido alocado em ativos alvo, com a posição de CRIs distribuída em 46,7% indexada ao CDI e 53,3% indexada a índices de inflação, em sua maioria IPCA. Veja abaixo:

HGCR11

A gestora disse que a queda na alocação em relação ao mês anterior se deu a partir da venda do CRI Clariant ao final do mês. Mas essa diminuição é momentânea. O fundo já tem operações estruturadas para compor seu portfólio. 

O CSHG Recebíveis Imobiliários é um fundo imobiliário do tipo papel especializado em compra e vendas de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). O fundo também possui outros ativos, como cotas de FIIs e ativos de renda fixa. 

XPLG11 informa sobre inadimplência e nova locação

A XP Asset Management, gestora do XP Log FII (XPLG11), comunicou nesta quarta-feira (09) sobre seus resultados referentes a fevereiro. O fundo comentou sobre inadimplência de inquilinos e redução de vacância. 

No mês de fevereiro de 2022, o fundo divulgou a distribuição de R$ 0,66/cota para os detentores de cotas do XPLG11. Esse valor corresponde ao dividend yield anualizado de 8,6% em relação ao valor de mercado da cota no fechamento do mês (R$ 92,04/cota). Confira: 

XPLG11

Deste modo, a gestora disse que o fundo vai adotar uma estratégia de uniformização de distribuição de rendimentos em consonância com o fluxo de caixa do semestre. Porém, o fundo não divulgou qual valor seria adotado. 

Inadimplência e movimentação de locatários

Neste mês, houve duas inadimplências que correspondem a 0,9% da receita de locação ordinária do XPLG11. A gestora explicou que elas decorreram, conforme declarado pelos locatários, de problemas operacionais no processamento dos pagamentos. Porém, a gestora segue em tratativas para recebimento dos valores devidos. 

Em relação às movimentações de locatários ocorridas desde o último relatório, o fundo divulgou via fato relevante a locação para a SOS Docs de 1.940,81 m² no Syslog Galeão (Duque de Caxias/RJ) com início em 7 de fevereiro e prazo de 60 meses. 

Por fim, a gestora afirmou que, em conjunto com players renomados de mercado, segue na busca de potenciais locatários para as áreas vagas dos ativos do fundo. Vale ressaltar que, no mês de fevereiro de 2022, a vacância física reduziu para 8,8% e a vacância financeira se manteve em 1,2% da ABL total do fundo. Veja:

XPLG11

O XP Log FII é um fundo imobiliário do tipo tijolo com foco no mercado de galpões logísticos. Além disso, o XP Log FII possui investimentos em aplicações financeiras e em outros FIIs.