O‌ ‌‌IFIX‌‌ fechou ‌a‌ ‌última‌ quinta-feira‌ ‌(20)‌ ‌em alta ‌de‌ 0,18%,‌ terminando ‌o‌ ‌dia‌ ‌em 2.806,47 ‌pontos.‌ ‌No‌ ‌acumulado‌ ‌do‌ ‌mês‌ ‌de‌ ‌maio‌ ‌e‌ ‌do‌ ‌ano‌ ‌de‌ ‌2021,‌ ‌a‌ ‌variação‌ ‌do‌ ‌índice‌ ‌é‌ ‌de‌ ‌-1,91%‌ ‌e‌ -2,21%,‌ ‌respectivamente.‌ ‌

Também,‌ ‌o‌ ‌índice‌ ‌‌SUNO30‌‌ ‌fechou‌ ‌em‌ alta de 0,17%‌ ‌e‌ ‌102,10 ‌pontos.‌ ‌Veja‌ ‌na‌ ‌tabela‌ abaixo:‌ 

fechamento 20-05

Confira as principais notícias do mercado de FIIs:

CPTS divulga resultados e detalha movimentação de carteira

O FII Capitânia Securities II (CPTS11), com gestão da Capitânia Investimentos, divulgou nesta quinta-feira (20) o seu relatório gerencial do mês de abril, no qual descreveu seus resultados e rendimentos mensais, além de descrever as operações do mês de abril.

O Capitânia Securities II, conforme consta no relatório, é um FII constituído sob a forma de condomínio fechado cujo objetivo é proporcionar rentabilidade aos seus cotistas por meio da aquisição preponderantemente de ativos de origem imobiliária.

No dia 12 deste mês, o fundo divulgou a distribuição de R$ 1,05 por cota, com pagamento no dia 19 de maio. Este dividendo, informou a gestora, equivale a 582.8% do CDI (descontado imposto de 15%) em relação a cota de mercado. 

Em relação à rentabilidade, (ajustada por proventos), em abril foi equivalente a +1.49% versus +0.51% do IFIX. 

A gestão informou que o CPTS11 investiu quase R$ 2 bilhões em CRI desde seu início. Deste valor, R$ 231 milhões foram recebidos como amortização e juros e R$ 926 milhões como vendas no mercado secundário. 

Na tabela abaixo, a gestão divulgou as operações de compra do fundo referente ao mês de abril:

Da mesma forma, o fundo também realizou vendas, demonstrando assim o lucro líquido dessas operações:

CPTS11

Em relação à sua carteira de FIIs, o CPTS11 também realizou uma série de aquisições e também de venda de cotas. Na tabela abaixo é possível observar todas elas:

CPTS11

IRDM11 informa resultados e divulga movimentação de carteira

A gestão do fundo Iridium Recebíveis Imobiliários FII (IRDM11) comunicou aos cotistas nesta quinta-feira (23), o volume das movimentações financeiras do seu portfólio. Com uma série de compras e vendas de diferentes ativos, a Iridium Gestão de Recursos demonstrou os ganhos resultantes dessas operações. 

O Iridium Recebíveis Imobiliários é um fundo imobiliário de papel com investimentos em títulos de valores imobiliários. Seu maior foco é em operações no mercado de CRIs, desde que atendam aos critérios definidos na política de investimento.

Em relação aos resultados, a gestora informou que a distribuição referente a abril foi de R$ 1,15 por cota, o que equivale a uma remuneração bruta de imposto de renda de 660,89% do CDI no período. 

Desta forma, “após o encerramento da 9ª emissão em meados do mês de abril, o IRDM11 segue focado na aquisição de novos CRIs e alguns FIIs”, afirmou a gestão. 

Mesmo com mais recursos, o IRDM11 continua vendendo posições de FIIs e alguns CRIs no mercado secundário, colhendo bons resultados com o aproveitamento de oportunidades do mercado. 

Por outro lado, a gestão destacou que o fundo permanece com viés negativo com relação às perspectivas futuras para o mercado de FIIs de imóveis (tijolo) “devido a manutenção do ciclo de alta da Selic no curto prazo”. Porém, a equipe de gestão mantém o otimismo com de CRIs e FIIs de CRI. 

Em resumo, no mês de abril, o fundo adquiriu R$ 136,9 milhões em CRIs e R$ 64,6 milhões em FIIs, e vendeu R$ 61,4 milhões em FIIs, totalizando R$ 262,9 milhões de volume transacionado no mês. Segue abaixo um resumo das operações feitas ao longo do mês:

IRDM11

IRDM11

RBVA11 detalha sua nova estratégia e informa resultados

A gestão do Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) anunciou aos cotistas nesta última sexta-feira (16), os resultados do fundo no mês de abril. Em complemento, a Rio Bravo Investimentos reforçou a nova estratégia do fundo e seus desafios frente ao mercado de varejo.

O RBVA11 é um fundo imobiliário de tijolo focado no mercado de varejo e também no setor bancário. Seus investimentos se concentram na compra, venda e exploração de imóveis dos setores citados, além da aquisição de cotas de outros FIIs.

O fundo apresentou o resultado de R$ 0,77 por cota e distribuição de R$ 0,85 por cota. A gestora reforçou que o cenário de distribuição se mantém, “já com as despesas de advogados relacionadas às ações judiciais enfrentadas pelo fundo nos últimos meses, e já superadas”, afirmou a Rio Bravo. 

Dado o planejamento de transformação gradativa da carteira, a gestão do RBVA11 tem vendido imóveis de agências bancárias que já possuem retorno limitado ao portfólio, não se encaixam nos parâmetros estabelecidos pela gestão por causa de: 

  • Sua localização 
  • Características de ocupação 
  • Potencial preço médio do m². 

Por esses motivos, o RBVA11 segue em busca de outros setores do varejos para investir. “Os eixos procurados pelo fundo são aqueles que demonstram não só consistência de ocupação de marcas que trazem perenidade de renda, resiliência de ocupação e crescimento”, reforçou a Rio Bravo.