Brasil deve colher 135 mi de toneladas de milho; SNFZ11 capturar avanço com safrinha

Brasil deve colher 135 mi de toneladas de milho; SNFZ11 capturar avanço com safrinha
Plantação de milho. Foto: Pixabay

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou sua projeção para a produção brasileira de milho na safra 2025/26, reforçando o protagonismo do Brasil no mercado global de grãos.

Segundo o relatório mensal de oferta e demanda divulgado nesta terça-feira (12), a estimativa passou de 132 milhões para 135 milhões de toneladas.

O volume ficou acima das expectativas do mercado, que projetava produção próxima de 133,7 milhões de toneladas, segundo levantamento do Wall Street Journal.

O USDA manteve a previsão de exportações brasileiras em 43 milhões de toneladas para a temporada 2025/26. Já para o ciclo 2026/27, a produção estimada em 139 milhões de toneladas e embarques de aproximadamente 44 milhões de toneladas.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/1180x300-1.jpg

Safrinha virou motor do milho brasileiro

Grande parte da força do milho brasileiro hoje está concentrada na chamada “safrinha”, modelo de segunda safra cultivado logo após a colheita da soja, principalmente em estados como Mato Grosso, Paraná e Goiás.

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o milho de segunda safra já representa cerca de 75% da produção total brasileira do cereal, consolidando-se como principal motor da expansão agrícola do país. Conab

O sistema produtivo ganhou força nas últimas décadas com o avanço tecnológico, melhoria genética das sementes e expansão do plantio direto, permitindo maior eficiência no uso das áreas agrícolas ao longo do ano.

Além de elevar produtividade e receitas, a estratégia também reduz parte dos riscos operacionais, ao distribuir melhor o calendário agrícola e ampliar a utilização do solo.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

SNFZ11 amplia exposição ao milho safrinha em Mato Grosso

O cenário reforça a tese do SNFZ11, que combina produção de soja e expansão do milho safrinha em propriedades localizadas no Mato Grosso, principal estado produtor do cereal no Brasil.

O fundo possui fazendas em Gaúcha do Norte (MT), região considerada estratégica para a produção agrícola nacional e que concentra forte expansão do modelo de segunda safra.

Segundo a gestora, a diversificação entre soja, milho e outras culturas ajuda a elevar o potencial de geração de receitas e reduz parte da volatilidade operacional ligada a ciclos específicos de commodities.

No caso do milho safrinha, a importância vai além da exportação. O cereal é fundamental para cadeias como proteína animal, etanol de milho e produção de ração, fatores que sustentam demanda estrutural crescente no país.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

O sistema produtivo adotado nas fazendas do portfólio também permite múltiplas colheitas na mesma área ao longo do ano. O ciclo começa com a soja entre outubro e fevereiro, segue para o milho safrinha ou algodão e pode incluir ainda uma terceira safra de inverno, com culturas de ciclo curto como sorgo ou feijão.

Fiagro fortalece exposição do agro em Mato Grosso

Para aproveitar esse cenário, o SNFZ11 possui três fazendas localizadas em Gaúcha do Norte (MT), região considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

A tese do veículo está baseada tanto na valorização das terras agrícolas quanto na geração recorrente de renda ligada à produção.

Além disso, o fiagro opera com contratos que garantem participação direta na produção agrícola. Um dos exemplos é o acordo firmado com a Jequitibá Agro, que assegura ao fundo aproximadamente 25% da safra produzida nas áreas vinculadas à operação.

A base de cotistas segue em expansão, atingindo a marca de 13 mil investidores, um acréscimo de mais de 1.283 novos participantes nos últimos meses.

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

notícias relacionadas últimas notícias