BROF11 e CPSH11: cotistas recebem proventos nesta segunda

BROF11 e CPSH11: cotistas recebem proventos nesta segunda
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Para os investidores de dois fundos imobiliários, a segunda-feira (26) é dia de dinheiro pingando na conta. O BROF11 paga rendimentos de R$ 0,55 por cota, e o CPSH11 remunera seus cotistas em R$ 0,11.

Os fundos imobiliários devem distribuir 95% do seu resultado financeiro a cada semestre, de acordo com a legislação. Normalmente, os FIIs fazem estes pagamentos de forma mensal.

Os investidores recebem os dividendos automaticamente na conta da corretora de valores e não precisam fazer nada para garantir o recebimento de proventos. Os valores são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas.

Investir em fundos imobiliários tem muitas vantagens, mas antes de fazer aportes, todo investidor deve quitar suas dívidas e montar uma reserva de emergência.

Segundo os analistas da Suno Research, sempre é necessário primeiro poupar dinheiro para depois investir e nunca se endividar para investir. Esta matéria não é uma recomendação de investimento.

Veja os FIIs que distribuem proventos hoje

BROF11
Pagará R$ 0,55 por cota em rendimentos
Data com: 19/01/2026
Período de referência: Dezembro
Dividend yield (DY): 0,95%
DY 12 meses: 11,22%
O BROF11 é um FII de fundo de tijolo, com foco em lajes corporativas. Ele foi constituído em indefinido e é administrado pelo BTG Pactual. No acumulado desse ano, os dividendos do BROF11 já pagos somam R$ 0,55.

CPSH11
Pagará R$ 0,11 por cota em rendimentos
Data com: 19/01/2026
Período de referência: Dezembro
Dividend yield (DY): 1,00%
DY 12 meses: 11,60%
O CPSH11 é um FII de fundo misto, com foco em indefinido. Ele foi constituído em indefinido e é administrado pelo BTG Pactual. No acumulado desse ano, os dividendos do CPSH11 já pagos somam R$ 0,11.

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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