SNFZ11 apresenta dividendos com yield superior a 1%; confira detalhes
O fiagro SNFZ11 anunciou a distribuição de R$ 0,10 por cota em dividendos, com data-base em 15 de abril de 2026 e pagamento programado para o dia 24 do mesmo mês.
Considerando o preço de R$ 9,74 (fechamento de março), o fundo apresenta um dividend yield mensal de aproximadamente 1,03%.
O SNFZ11 tem como foco a aquisição e arrendamento de terras agrícolas, capturando tanto a geração de renda quanto a valorização dos ativos no longo prazo, especialmente em regiões estratégicas do agronegócio brasileiro.
Fiagro supera marca de 12 mil investidores e ganha tração
O SNFZ11 atingiu a marca de 12 mil cotistas, consolidando o avanço de sua base de investidores em meio ao crescimento do interesse por ativos ligados ao agronegócio.
Além da expansão da base de cotistas, o fundo também vem apresentando desempenho estável na distribuição de proventos. Em março, o SNFZ11 pagou R$ 0,10 por cota, o que representa um dividend yield mensal de 1,02% e anualizado de 13,17%.
Segundo a gestão, o resultado reflete a alocação em ativos com alta capacidade produtiva e a condução ativa do portfólio. Atualmente, o fundo possui três fazendas localizadas no Mato Grosso, região considerada estratégica para a produção agrícola no país.
Clima adverso pressiona produtividade, mas contratos sustentam receita
A Fazenda Xavante foi a primeira a concluir a colheita, com produtividade média de 55 sacas por hectare, abaixo do ciclo anterior, refletindo os efeitos das condições climáticas.
Segundo o relatório, o modelo de arrendamento mostrou resiliência. O contrato prevê aluguel equivalente a 25% da produção, com piso de 15 sacas por hectare, o que assegura estabilidade na receita do fundo.
Diante do nível de produtividade observado, não haverá pagamento adicional nesta safra, já que o piso contratual vinha sendo atingido ao longo dos últimos 12 meses.
Já as fazendas Coliseu e Triângulo seguem em estágio avançado de colheita. Os resultados consolidados ainda serão divulgados após a finalização dos laudos técnicos.
Para os próximos meses, a gestão afirma manter confiança na tese do fundo, baseada em ativos reais, contratos estruturados e operadores com histórico comprovado, mesmo