HGRE11 vai pagar R$ 9,2 milhões em dividendos; veja quando

O fundo imobiliário HGRE11 vai pagar R$ 9,2 milhões em dividendos neste mês de maio. Veja quando e o lucro registrado pelo FII em abril.

HGRE11 vai pagar R$ 9,2 milhões em dividendos; veja quando
HGRE11 vai pagar R$ 9,2 milhões em dividendos. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário HGRE11 apresentou um resultado de R$ 7,5 milhões em abril, gerado a partir de receitas que totalizaram R$ 10,6 milhões, ou R$ 0,90 por cota.

Conforme comunicado pelo FII HGRE11 em relatório gerencial, o resultado foi impactado de maneira extraordinária pelo recebimento da 10ª parcela relacionada a venda do Centro Empresarial Dom Pedro. Esse fator impactou negativamente o resultado em R$ 64.536,66, ou R$ 0,01 por cota.

Os dividendos do HGRE11 alcançaram o valor de R$ 0,78 por cota, totalizando um montante de quase R$ 9,218 milhões. O pagamento dos rendimentos será feito amanhã (15).

Em razão da venda do Edifício Faria Lima, a gestão afirma que possíveis valores excedentes vão ser distribuídos no final do semestre, o que é uma “prática frequente da administradora, de forma a não criar expectativas incorretas quanto à sustentabilidade dos rendimentos”.

Em abril, o fundo imobiliário HGRE11 registrou um ligeiro crescimento em sua vacância. A vacância financeira, por exemplo, chegou ao patamar de 16,27%, enquanto a vacância física atingiu 19,16%.

Esse aumento é atribuído a retirada do Edifício Faria Lima da carteira, que era um imóvel que estava totalmente ocupado. A Área Bruta Locável (ABL) total desse FII também diminuiu, enquanto os outros indicadores do portfólio passaram por ajustes.

Movimentações nos ativos do HGRE11

Na Torre Jatobá – CBOP, por exemplo, o fundo está com algumas visitas, com a possibilidade de realizar “locações menores”, entre meio e um andar.

“O mercado local tem tido volume maior de movimentações em áreas de 500 a 1.000 m², desta forma estamos evoluindo com um projeto para adaptar andares para estas ocupações, pois atualmente são tecnicamente preparados para ocupações de no mínimo 1.000 m²”, destaca a gestão do fundo HGRE11.

Enquanto isso, na Torre Martiniano, há um elevado número de visitas e consultas. Inclusive, há uma negociação em andamento para a locação de 4 andares nesse ativo, que continua evoluindo.

Já o Edifício Antônio das Chagas vem contando com consultas de companhias que visam uma ocupação monousuária na região. Embora a disponibilidade seja grande, a demanda não traz tantas possibilidades para esse tipo, ou seja, de 5.000 m² em somente um ativo.

“Estamos trabalhando para adequar o que for necessário no prédio a fim de torná-lo a melhor opção para estas empresas. Por fim, estamos na reta final da discussão contratual para a locação de metade do mall do Sêneca e nossa expectativa é de assinar nas próximas semanas”, conclui a gestão do HGRE11.

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foto: João Vitor Jacintho
João Vitor Jacintho

Redator profissional, com atuação no mercado editorial na produção de notícias e conteúdos sobre o mercado de ações, criptomoedas, fundos imobiliários e economia popular. Graduando em Engenharia Química pela Unesp, também já trabalhei como consultor financeiro.

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