TOPP11 renova locação no Edifício Metropolitan com reajuste de 9,2%
O fundo imobiliário TOPP11 registrou em dezembro um avanço relevante em sua frente operacional ao renovar, por mais cinco anos, o contrato de um dos locatários do Edifício Metropolitan. A renegociação resultou em um reajuste médio de 9,2% no valor do aluguel.

Além do reajuste, a área locada passou a ser revisada segundo a metodologia BOMA, padrão já adotado nas últimas locações do Edifício Platinum. A atualização, diz a gestão, tende a melhorar a eficiência na mensuração da área efetivamente locável e contribui para maior comparabilidade entre contratos.
A gestão também informou que a última área vaga do portfólio está em fase final de negociação, com expectativa de conclusão ainda em janeiro. Caso confirmada, a operação levará o fundo à ocupação plena, fortalecendo a previsibilidade de caixa em um momento de maior seletividade no mercado de lajes corporativas.
No campo financeiro, o TOPP11 segue monitorando a parcela remanescente a pagar referente à aquisição dos imóveis, com vencimento em abril de 2026.
Até a quitação total, o parcelamento permite ao fundo receber integralmente os aluguéis, sem reajuste sobre o saldo devedor, o que sustenta a distribuição atual de rendimentos.
Últimos dividendos do fundo imobiliário TOPP11
Em relação aos rendimentos, o TOPP11 distribuiu R$ 0,84 por cota referentes a dezembro, valor pago em janeiro de 2026 e alinhado ao centro do guidance do segundo semestre.
A gestão reiterou que, até a quitação total da aquisição, o fundo seguirá distribuindo dividendos acima da rentabilidade da transação, em função do parcelamento do pagamento.
Após abril de 2026, caso não haja nova emissão de cotas, o patamar de rendimentos tende a convergir para o retorno estrutural dos ativos. O nível futuro de distribuição dependerá de variáveis como as condições do eventual CRI, o comportamento dos juros reais, a evolução dos aluguéis e decisões relacionadas à taxa de gestão.
Por fim, o fundo destacou ajustes recentes na apuração do patrimônio líquido, que passou a considerar a parcela a pagar trazida a valor presente, elevando a transparência contábil. Em dezembro, o resultado do TOPP11 foi de R$ 3,77 milhões.