A administradora de fundos Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. do fundo CSHG Logística (HGLG11), anunciou aos cotistas e ao mercado nesta quarta-feira (12), através de fato relevante,  que firmou 2 contratos de compra e venda de ações e outras avenças.

Esses contratos do CSHG Logística (HGLG11) compreendem negócios jurídicos interligados, nos quais se compromete a fazer certas aquisições, desde que sejam cumpridos algumas condições precedentes.

O compromisso de aquisição do CSHG Logística se refere ao valor de cerca de R$ 167,7 milhões, que equivale à totalidade das ações de emissão de uma sociedade de propósito específico detentora de um ativo logístico multiusuário. 

Mais detalhes dos ativos dos contratos do HGLG11

O ativo em questão apresenta uma área bruta locável de cerca de 60 mil m². Além disso, atualmente esse ativo é objeto de contratos de locação celebrados com empresas de grande e médio porte, que se localizam na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, que se denomina como “G1”.

Do mesmo que com o valor total de cerca de R$ 109,27 milhões, o HGLG11 faria a aquisição da totalidade das ações de emissão de uma sociedade de propósito específico  detentora de um ativo logístico multiusuário. Este outro ativo tem uma área bruta locável de cerca de 48 mil m². 

Importante destacar que esse ativo citado anteriormente, é objeto de contratos de locação celebrados com empresas de grande e médio porte, localizado na cidade de Duque de Caxias, estado do Rio de Janeiro, denominado como “G2”. Além disso, ambos os ativos “G1” e “G2” estão descritos no prospecto preliminar de oferta pública de distribuição primária de cotas da sétima emissão do CSHG Logística

O HGLG11 paga aos vendedores de cada SPE, através dos recursos disponíveis em caixa, o valor de quase R$ 123,52 milhões, que se refere à SPE Ribeirão Preto. Ao passo que há também o pagamento de cerca de R$ 80,48 milhões que corresponde à SPE Washington Luiz.

Mais detalhes sobre os contratos

O valor que o CSHG Logística ainda não pagou, ou seja, o saldo remanescente do preço de aquisição de cada SPE, este será paga a cada um dos vendedores, em uma parcela única, no mesmo do tempo do fechamento das transações, que está condicionado à superação das condições precedentes estabelecidas nos SPAs. 

Uma operação de securitização, referente a Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), poderá ter uma estruturação feita pelos vendedores das SPEs. Entretanto, o pagamento de parte do todo do montante de aquisição pode ser feito assumindo-se a obrigação de pagamento do CRI pelo HGLG11.

Esta última condição pode ocorrer, como explica o próprio CSHG Logística, caso “estruturado anteriormente à conclusão do negócio consubstanciado nos SPAs”. O fundo complementa dizendo que “a existência, ou não, do CRI está sujeita à aprovação prévia pelos cotistas do fundo em assembleia a ser convocada”. 

Além disso, outro ponto destacado pelo HGLG11, é que “caso não ocorra a estruturação do CRI, o valor do saldo do preço de aquisição será pago pelo fundo integralmente com recursos próprios”. Em suma, as condições do negócio estão sob a proteção de cláusulas de confidencialidade. Então, os detalhes mais profundos a respeito do negócio serão colocados pelo fundo em fato relevante complementar.