RCRB11: fundo imobiliário anuncia lucro 7,6% maior e atualizações da carteira

RCRB11: fundo imobiliário anuncia lucro 7,6% maior e atualizações da carteira
RCRB11: fundo imobiliário anuncia lucro 7,6% maior e atualizações da carteira. Foto: iStock

O fundo imobiliário RCRB11 registrou um lucro de R$ 3,294 milhões em novembro, número que representa crescimento de 7,6% frente ao resultado registrado em outubro. 

Esse montante teve como principal fonte o resultado imobiliário, responsável por R$ 4,52 milhões, enquanto o resultado financeiro do RCRB11 contribuiu com R$ 69,9 mil.

Com base nesse resultado, o fundo RCRB11 realizou a distribuição de R$ 0,94 por cota, valor pago dentro do próprio mês. 

Considerando o preço de fechamento da cota em novembro, de R$ 128,94, o rendimento corresponde a um dividend yield anualizado de 8,7%.

A gestão manteve inalterada a projeção do FFO (Funds From Operations), estimado em R$ 1,15 por cota. A esse patamar, o retorno anualizado implícito se aproxima de 11%, quando considerado o valor de mercado da cota. 

A expectativa da gestão é que, ao longo do tempo, o nível de distribuição caminhe gradualmente em direção ao FFO projetado, à medida que fatores pontuais, como períodos de carência e concessões comerciais, sejam totalmente absorvidos.

Atualizações da carteira do RCRB11

Dentre as atualizações do portfólio, o fundo imobiliário RCRB11 deu sequência ao processo de reciclagem do portfólio. 

Em 27 de novembro de 2025, foi assinada uma Carta de Intenção (LOI) não vinculante para a possível venda da participação do FII RCRB11 em um dos imóveis da carteira. 

A formalização do negócio ainda depende do cumprimento de condições precedentes, da finalização das diligências e da assinatura dos contratos definitivos, não havendo, portanto, obrigação de compra ou venda neste momento.

Caso a venda seja concluída, o fundo estima a apuração de um ganho de capital em torno de R$ 10 milhões, o que equivale aproximadamente a R$ 2,90 por cota. Esse valor deverá integrar os resultados distribuíveis. 

Novembro também foi marcado por movimentações no Edifício Bravo Paulista. Conforme já comunicado anteriormente, duas lajes foram desocupadas no período, totalizando 430,33 m² de área BOMA. 

Com isso, a vacância física do fundo RCRB11 passou a 0,99%. O impacto negativo estimado dessa desocupação é de cerca de R$ 0,02 por cota ao mês na receita imobiliária. Apesar disso, a gestão informou que já existem quatro propostas comerciais em análise para os espaços vagos. 

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